quinta-feira, 12 de janeiro de 2017

Brincadeiras com água para se refrescar!

Com esse calor todo que anda fazendo por aí, nada melhor que brincadeiras refrescantes para fazer com as crianças e deixar elas livres para se divertir.

Selecionei 8 ideias de brincadeiras com água que vão fazer a alegria da gurizada!

Mas calma, sem desperdício, porque a gente também não quer isso. Brincar com água fica melhor se estivermos conscientes da sua importância e cuidarmos do nosso meio ambiente.

Depois é só separar os materiais necessários e chamar as cria para a rua!

Uma ótima e geladinha diversão! <3


1) Pequenos Exploradores

Que tal colocar pequenos brinquedinhos como miniaturas de animais marítimos e dinossauros em potes grandes ou balões cheios de água? As crianças vão adorar explorar e "martelar" até encontrarem todos os tesouros escondidos.

Fonte: Pinterest

2) Vôlei com esponja

Simples e divertido, esse jogo vai respingar muita água para todo lado.

Fonte: Pinterest

3) Cubos de gelo coloridos

Para fazer essa brincadeira sensorial, coloque água com corante alimentício de várias cores nas forminhas de gelo, desenforme e deixe os pequenos explorarem a vontade. O legal é colocar sobre uma cartolina para que as crianças possam ir pintando o papel a medida que o gelo for derretendo. Uma ideia pra lá de refrescante e estimulante!

Fonte: Tempo Junto

4) Bexigas penduradas (pinata).

Basta encher bexigas com água para as crianças acertarem com um cabo de vassoura ou outro objeto. Para ficar mais emocionante elas podem ficar vendadas. Diversão molhada na certa!
Fonte: Pinterest

 5) Bolhas de sabão 

Elas não podem faltar quando se pensa em brincadeiras com água. Toda criança adora! 

Já imaginou ficar dentro de uma bolha gigante?
Uma variação que encontrei na internet (e adorei) é fazer bolhas usando o bambolê. Para isso, coloque o líquido para bolhas dentro de uma piscina pequena, dessas de bebê, onde o filhote deve entrar (os pais também podem, viu?!) e subir o bambolê em volta do corpo. 


Fonte: Pinterest

6) Escorrega com água e sabão.

Uma lona, água e sabão são ingredientes certos para uma brincadeira divertida e muito refrescante! Se joga!

Fonte: Catraca Livre

7) Guerra de bexiguinhas

Toda infância tem que ter essa guerrinha gostosa de água. É uma delícia, muito fácil de fazer e diversão garantida.
Fonte: Pinterest

8) Barquinhos de esponja

Para preparar a brincadeira, faça os barquinhos com esponjas e canudinhos com uma bandeirinha, coloque dentro de potes de plástico cheios de água e umas gotinhas de corante e leve ao freezer. Assim que estiverem congelados coloque dentro de uma bacia grande para os pequenos brincarem a vontade! O legal é que ao derreter o gelo, a água vai ficando colorida e formando um "mar" de arco-iris. Lindo, estimulante e divertido!

Fonte: Pinterest

Dicas:

Faça as brincadeiras com gelo em dias muito quentes, porque assim derretem mais rápido.

Para ajudar a desenformar o bloco de gelo, deixe o pote um minutinho na água morna.

Para fazer o bloco de gelo com as miniaturas, congele em etapas para que os bichinhos não subam para a superfície.

Brincadeiras com água geram bastante bagunça, então esteja preparada para isso.

Os espirros de água e as risadas são proporcionais ao tamanho do material usado nas brincadeiras, capriche!

Se fizer alguma brincadeira dentro de casa forre o chão com um tapete grande para não ficar escorregadio.

Brincadeiras com água necessitam da supervisão de um adulto! Esteja sempre por perto!








quinta-feira, 22 de dezembro de 2016

Os dentinhos do bebê ainda não nasceram?

É muito importante os pais estarem informados sobre o que esperar e quando esperar o nascimento dos dentes. Mas é ainda mais importante sabermos que podem haver variações de até 1 ano de diferença, e mesmo assim estar dentro da normalidade e individualidade da criança.

Imagem Google

O crescimento e desenvolvimento variam para cada criança, dependendo de sua genética e fatores ambientais.

As meninas geralmente têm maturação mais cedo que os meninos, por isso, podemos esperar que elas estejam abaixo ou próximo a idade media padrão.

Mais importante que a idade em que provavelmente nascerão os dentinhos, é a sequencia do nascimento dos dentes, e mais ainda que eles erupcionem de forma pareada (dentes homólogos devem erupcionar concomitantemente).
Exemplo: o primeiro molar superior direito deve nascer em tempo semelhante do primeiro molar superior esquerdo.

Lembrando que a primeira consulta do bebe no Odontopediatra deve ser ainda na barriga da mamãe. Nesse momento a mãe já recebe muitas informações e orientações importantes para o correto crescimento e desenvolvimento da arcada dentaria e ossatura da face. E a segunda consulta deve ocorrer quando nasce o primeiro dentinho do bebe.

A dentadura decídua (de leite) inicia sua erupção por volta dos 6 meses e se completa entre os 24 e os 30 meses. Podem haver grandes variações para cada criança, por isso é importante o acompanhamento com um Odontopediatra. A dentadura de leite é composta por 20 dentinhos, 10 superiores e 10 inferiores.

Chegando aos 5 / 7 anos, se iniciam as trocas dentárias, com o nascimento dos dentes permanentes que serão no total de 32 dentes.
Após a completa formação dos dentes decíduos, se inicia a reabsorção das suas raízes. Dessa maneira ocorre o processo de esfoliação, em que os dentes decíduos são gradativamente eliminados para cederem lugar à dentição permanente. Esse processo de esfoliação e erupção podem ser afetados por diversos fatores, como: más formações em geral, ausência de dentes, dentes supranuméricos, traumas, cáries e o estado nutricional da criança, etnia, gênero, genética e doenças sistêmicas.

Muito importante observar que os molares permanentes (dentes mais posteriores) irão erupcionar sem que tenha ocorrido perda de algum dente decíduo. E que os dentes permanentes só erupcionam quando as raízes dos decíduos forem reabsorvidas corretamente, guiando a erupção do sucessor. Caso a reabsorção radicular dos molares decíduos não aconteça de maneira uniforme e adequada, poderá ocorrer a retenção prolongada destes elementos, com consequente atraso na erupção.

O processo se inicia com a troca dos incisivos (4 dentinhos anteriores, os superiores e inferiores). Os incisivos centrais inferiores, primeiramente, seguidos pelos incisivos laterais inferiores. Logo após vêm os incisivos centrais superiores e cerca de um ano depois surgem os laterais superiores. É nessa fase que temos os famosos “banguelhinhas”. Terminada essa fase, a criança passa por um período sem que nenhuma troca ocorra, normalmente por volta dos 7/ 9 anos de idade.
Entre 9 / 12 anos, se inicia a segunda fase de trocas dentárias, em que os caninos e molares decíduos irão ser trocados pelos caninos e pré-molares permanentes. Normalmente os caninos inferiores trocam primeiro, seguidos pelos primeiros pré-molares, segundos pré-molares e por fim os caninos superiores.




Como toda mamãe já sabe, são varias as fases que nossos bebes e crianças passam durante os primeiros anos de vida. E essa dos dentinhos é uma delas, temos que estar informados, ter paciência e dar carinho para auxilia-los.




Sarah Zimmermann Selaimen 
Especialista em ortodontia e ortopedia facial 

Atendimento:
Clinica Odontológica Selaimen
Alameda Sebastião de Brito, 12 Bairro Boa Vista (Praça Japão)
Porto Alegre/ RS  (51) 3328.4699

Saiba mais:
Facebook: Dra. Sarah C. S. Zimmermann Selaimen - Ortodontia






domingo, 11 de dezembro de 2016

Decor e preparativos de Natal para fazer com as crianças!


No final de ano e com a aproximação do Natal, começamos a pensar nos muitos preparativos da data: temos muitas tarefas para fazer, presentinhos para comprar e embrulhar, casa para decorar, lembrancinhas para distribuir, não é mesmo? 

Para fazer tudo isso, que tal ter a ajudinha especial dos filhotes? Envolver as crianças nos preparativos é divertido, estimulante e ainda temos um tempo de qualidade juntos, em família. E elas adoram! 

Ah, mas como? Afinal criança faz tanta bagunça... (você pode pensar assim)
Não se preocupem que vou dar umas dicas bem legais aqui para vocês aproveitarem a participação dos pequenos, afinal tem muita coisa bacana que eles podem fazer!


1. Cartões de Natal

Nada mais lindo que receber um cartão personalizado pelas mãozinhas das crianças. Aqui tem vários modelos para você se inspirar.


2. Enfeites para árvore

Mensagens, dobraduras, prendedores decorados, colheres de madeira ou até um molde da mãozinha. Fofo demais!



 

3. Embrulho para presente

A impressão do polegar com tinta vira uma linda rena! Faça vários "carimbos" num papel liso (no papel pardo fica lindo), depois é só fazer os detalhes da carinha e colocar um lindo laço. Um charme!


4. Tags

Adoro tags feitas a mão! São fáceis de fazer e deixam os presentes personalizados e especiais! Pedaços de algodão e de fitas e papéis coloridos  já são suficientes para termos um embrulho pra lá de lindo!


5. Presépio

Uma forma bonita de contar para as crianças o verdadeiro significado do Natal é construir um presépio com eles. Aqui duas opções fofas e reutilizando materiais fáceis de encontrar.







6. Biscoitinhos de natal


E para finalizar, que tal uma aventura na cozinha? Nada melhor que preparar lindos e deliciosos biscoitos natalinos para presentear aqueles que amamos.


 









No Pinterest do blog tem mais ideias lindas de Natal, confere lá! 

Aproveito para desejar a todos, independente das suas crenças, um lindo e abençoado Natal em família!



Beijos,


Tati




Esse post faz parte da blogagem coletiva da Liga Materna RS, um grupo lindo de amigas e blogueiras de maternidade do Rio Grande do Sul que faço parte. A Liga Materna RS, juntamente com algumas blogueiras convidadas, está fazendo uma homenagem ao natal, onde cada uma de nós vai abordar um tema diferente, trazendo informações, dicas e sugestões incríveis aos nossos leitores. Aproveite para conhecer um pouco mais da Liga no instagram @ligamaternars.



Leia aqui todos posts da blogagem coletiva de Natal da Liga Materna RS:


Blog As Passeadeiras: Natal pelo mundo
Blog Amigas Mães: Cores para o Ano Novo
Blog BabyLo: Como ter o natal ideal
Blog 4 Kids Brasil: Pacotes para presentes bonitos e baratos
Blog Da Fertilidade a Maternidade: Contar ou não que Papai Noel existe?
Blog Mamãe Gaúcha: O significado dos símbolos de Natal
Blog Mamãe do Sul: Looks para o Natal e Ano Novo
Blog Mamãe em Construção: Make para o Natal e Ano Novo
Blog Porto Materno: Conto de Natal
Blog Mamãe Cria e Brinca: Como fazer um globo de neve ou de natal
Blog Odisséia Materna: Festas de final de ano na escola
Blog Gravidez Planejada: O verdadeiro significado do Natal
Blog Mãezinha vai com as outras: Depressão no final de ano

sábado, 10 de dezembro de 2016

Como lidar com o famoso "Terrible two"

“Eu quero e quero agoooora!!”



“Eu quero e quero agoooooora! ”, apostamos que algumas mamães já leram essa frase escutando a voz do seu pequeno. Sim, essa frase costuma ecoar nas cabeça das mães quando a criança está por volta dos dois anos. Não é à toa que muito se fala sobre os “Terrible two” (ou terríveis dois anos), termo utilizado para fazer referência as crises de birras e “chiliques” que as crianças começam a apresentar por volta dos dois anos (podendo aparecer desde o um ano e meio aos três anos). Gostaríamos de começar o post de hoje com uma boa notícia: Se seu filho está passando por essa fase significa que ele está se desenvolvendo de uma maneira muito saudável!

Sim, a fase dos dois anos exige paciência dos pais, mas é de suma importância para a criança. É justamente nessa fase que a criança está ganhando autonomia, já consegue andar, está cada vez mais ampliando seu vocabulário e aprende a dizer... NÃO! O comportamento de desafiar e se opor está justamente ligado a isso. Também nessa fase a criança está consolidando a percepção de que a mamãe e o papai são diferentes dele, e que todos temos vontades. Sim, os pequenos ainda não sabem como expressar seus desejos, e com isso vem os berros, choramingos, se atirar no chão e o show no meio do shopping por ter sido contrariado. Aliás, nessa fase eles tem dificuldade em ouvir o “NÃO” e muita facilidade em dizer “NÃO” a qualquer ordem dos pais.

E é justamente nesse dilema que o adulto na jogada terá que ter paciência, muuuita paciência para saber lidar com as frustrações dos pequenos, sabemos que muitas vezes a tentação de “ceder e dar logo aquele brinquedo que ele tanto quer para que ele pare de se jogar no chão no meio do shopping é grande! Afinal que vergonha! Todos estão olhando não é mesmo? ”
Mas cuidado! Esse é justamente o esperado pela criança! O maior erro dos pais é ceder ao escândalo. Deixe os olhares atravessados de lado, abaixe na altura dos olhos da criança e explique tranquilamente (com poucas palavras) que está percebendo que ela está brava e que vai esperar ela parar de chorar para conversarem. Sim, eles já têm este entendimento! Depois disso, desfoque a atenção, e espere a “crise” cessar.  Após, explique o porquê de seu desejo não ter sido atendido e lhe dê um abraço, demonstrando que você está ali para ajudá-la e que a ama.

Algumas coisas podem facilitar para que essa fase seja mais tranquila, com uma rotina diária, antecipar quais serão as atividades do dia, conseguir ter certo “controle” sobre o dia passa segurança a criança. No caminho ao passeio, vá explicando sobre o que terá, o que pode ou não ser feito, passe confiança a criança de que ela consegue se comportar e que se tudo der certo poderá escolher o desenho ou a brincadeira para vocês na volta para casa (por exemplo).

Quando houver possibilidade ofereça opções para que a criança escolha: “você quer ir para a escola de chinelo ou sandália? ”, “Hoje você quer ir de blusa azul ou rosa? ” Essas pequenas escolhas diárias fazem com que a criança seja estimulada em sua autonomia e ao mesmo facilite nas atividades cotidianas. Quando não houver opção, explique o motivo de você estar escolhendo “Você vai para a escola de casaco pois está frio e nem você nem a mamãe querem que você fique doente e não possa brincar”, explicações curtas e que façam sentido a criança, na maioria das vezes, costumam ser ótimas como prevenção a futuras crises de birra.

E quando procurar um especialista?
Em termos gerais, as crises de birras acontecem em reação a algum estimulo externo (não pode continuar brincando, teve que comer e não queria, teve que ir ao banho, etc) e dirigidas a alguém (frequentemente figuras de autoridade: mãe, pai, professora, etc). Se as crises de birra estão acontecendo sem motivo aparente, com muita frequência e difíceis de ser contornadas, vale a ida ao pediatra e/ou psicóloga infantil. Aquela tal de intuição de mãe na maioria das vezes está correta: Acredite na sua!


Fica a dica de hoje: Para as mamães que gostam de uma boa leitura, vale a pena dar uma olhada no livro “Eu já tentei de tudo” da psicoterapeuta Isabelle Filliozat. Nesse livro a escritora apresenta (com ilustrações muito bacanas) as “batalhas” do cotidiano vividas pelos pais de crianças entre 1 e 5 anos e também as reações mais frequentes dos pais. Isabelle propõem que possamos mergulhar na cabeça dos pequenos e entender o que essas birras está tentando nos dizer para assim podermos agir de maneira mais assertiva! 


Paola Ritcher, Psicóloga e Psicoterapeuta de crianças e adolescentes; 
Natana Consoli, Psicóloga e Psicoterapeuta de adultos, casais e famílias. 


Ambas fazem avaliação psicológica e prestam assessoria psicológica em instituições de educação infantil.
Saiba mais: 
Facebook: E aí Psi?
  

quarta-feira, 23 de novembro de 2016

Do Escuro ao bicho papão: Precisamos falar sobre os medos infantis


Você deu banho, a mamadeira, colocou o pijama favorito, ligou o abajur e o pequeno já vai logo avisando: Mamãe/Papai não vou dormir aqui! E começa a listar os inúmeros perigos escondidos no quarto: monstros embaixo da cama, bruxas fazendo barulho na janela, os fantasmas escondidos no escuro e por aí vai... a imaginação na hora do medo vai longe!


E agora o que fazer? Ligar a luz e mostrar que o fantasma é o reflexo no armário? Que as bruxas são só o vento lá fora ou ainda tentar explicar que monstros e os outros seres imaginários não existem? Ops, talvez essa não seja a melhor maneira de lidar com estas situações, por isso no post de hoje vamos falar sobre OS MEDOS INFANTIS!

Primeiramente, lembre-se que é natural e esperado que a criança passe pela fase dos medos, isso auxilia na construção da autoproteção, como se fosse uma “luz de alerta” que sinaliza que algo de ameaçador possa acontecer, evita que as crianças passem por perigos evidentes como subir em locais muito altos, por exemplo, seria preocupante se a criança não reconhecesse o risco de cair e se machucar.

Entre os três e cinco anos as crianças estarão naturalmente nessa fase do desabrochar dos medos: sejam eles reais ou imaginários, estes devem passar conforme o amadurecimento da criança, e cabe aos pais o papel de facilitar este processo. A primeira dica é: Subestimar o medo da criança é PROIBIDO! Lembre-se que você estará invalidando o sentimento que está sendo expresso pela criança, e isso só trará mais insegurança tendendo a piorar a situação. É necessário estar atendo nas “ameaças” que utilizamos durante o dia, será que é você que vem alimentando o bicho papão? “Se você não for tomar banho, o bicho papão vai vir lhe pegar”, então à noite o medo dele aparece e você diz que não existe?

Uma das maneiras mais eficientes na trajetória de superar os medos é conversar, sim, conversar! Assumir que é normal que as pessoas sintam medo, que inclusive você quando era pequeno sentia medo e que já  adulto ainda tem medos. Embarcar na imaginação do seu filho também é uma excelente opção. Se os monstros estão embaixo da cama, que tal vocês criarem um “spray espanta monstros”? (Um pouco de água com glitter em um borrifador darão conta do recado), um amigo guardião dos sonhos para proteger de pesadelos (o brinquedo preferido), um abajur ligado, afinal o bicho papão tem medo de luz, e por aí vai...

O importante é conseguir identificar qual a origem do medo da criança. Quando muito pequenas, por vezes as crianças não sabem nomear seus medos e apenas evitam determinadas situações, como dormir, por exemplo, apresente algumas opções “e se nós deixarmos a luz acesa?” ou “e se eu ficar aqui até você pegar no sono?” essas são maneiras simples de identificar o medo do escuro e o de ficar sozinho sem ter que perguntar isso a criança diretamente. Ler livros infantis onde os monstros são vencidos por heróis ou ainda os contos de fadas onde o mau sempre perde são ótimas estratégias para introduzir a conversa sobre os medos, convidar a criança a desenhar o medo e ajudá-la a transformar o medo em algo engraçado, também é uma ótima maneira de desconstruí-lo. O mais importante é demonstrar segurança!

Se mesmo com seu apoio e dedicação no combate aos medos as coisas ainda permanecerem difíceis, é preciso ficar atento para a necessidade de procurar um especialista para auxilia-los. A luz de alerta deve acender se a rotina da casa estiver se modificando por conta dos medos, ou se a criança está apresentando sofrimento diário, fazendo com que esteja perdendo de usufruir do contato com outras crianças, mudanças de comportamentos, dificuldade de brincar e se divertir.


Um psicólogo infantil irá auxilia-lo a lidar com a situação da melhor maneira possível, ensinando estratégias para lidar nos momentos de crises de medo e também a melhor compreender e desconstruir com a criança a origem do mesmo. Por vezes, pequenas modificações na rotina dos pequenos já dão conta para espantar para longe o bicho papão e sua turma.



Paola Ritcher, Psicóloga e Psicoterapeuta de crianças e adolescentes; 
Natana Consoli, Psicóloga e Psicoterapeuta de adultos, casais e famílias. 


Ambas fazem avaliação psicológica e prestam assessoria psicológica em instituições de educação infantil.
Saiba mais: 
Facebook: E aí Psi?