quinta-feira, 30 de abril de 2015

Sobre ser mãe de guri...

Coisas que estou aprendendo sendo mãe de guri...vivendo essa nova e também deliciosa experiência! E provavelmente você vai descobrir se estiver grávida de um menino.



1. Eles são muito carinhosos!
Ganho beijos e abraços todos os dias, várias vezes ao dia! Eles são completamente apaixonados pela mãe. E ciumentos também, principalmente conosco.

2. Descobrir que o Azul é tão bonito quanto o Rosa.
Ah, disso eu sempre soube...mas veio a confirmação.

3. Viver entre monstros, super heróis e dinossauros e ver esses seres invadirem sua casa!
Os brinquedos ficam assim espalhados pelos cantos mesmo.

4. Aprender a jogar bola e brincar de carrinho!
E descobrir que você vai gostar disso. Não se surpreenda se você parar na vitrine de uma loja de brinquedos e ficar observando qual o carrinho da coleção ele ainda não tem.

5. Ficar sempre atenta a novos machucados!
Como conseguem tantos? Joelhos ralados serão rotina.

6. Conhecer todos os super heróis e seus poderes fantásticos!
Quem sabe a gente não cria nosso próprio super herói? Eles adoram!

7. Eles são curiosos e divertidos!
E adoram uma bagunça! Mas também são receptivos para ajudar na organização.

8. São muito corajosos! E também manhosos!
Nas brincadeiras parecem não ter medo de nada, sobem em tudo o que é possível e tentam o impossível. Porém, eles são manhosos também. Fazem de tudo para chamar nossa atenção, a atenção das mães.

9. Eles possuem muita energia!
São ligados no 220, a bateria parece não acabar nunca. E nós precisamos de muito pique para correr e pular e correr de novo...com eles e atrás deles.

10. Podem ser muito charmosos.
Com uma roupa bacana e um boné despojado eles arrasam.

11. Descobrir que você pode amar dois homens ao mesmo tempo!
E se sentir encantada com isso, pois a gente é completamente apaixonada pelo filho. E descobrir que também temos muito ciúme...namorada no futuro?! Aiiiii,,,,como será?

12. Ter um protetor, amigo e admirador para o resto da vida!
Eles fazem nos sentir completamente amadas. Nossos pequenos homenzinhos são dependentes mesmo, uma companhia imensamente agradável para todos os momentos. E não se preocupe que ele vai lhe defender sempre, estamos seguras ao lado deles!


Por Tatiane Gallas, mãe do Davi há quase 2 anos.

sexta-feira, 24 de abril de 2015

Uma dúzia de coisinhas a toa que deixam uma mãe feliz...

1. Elogio do/a filho/a.
Tem coisa mais gostosa que ouvir "Mamãe, você está linda!", "Mamãe, você é demais" ou " Mãe, só tu sabe fazer sanduíche tão gostoso!". E elogio de criança é sincero, espontâneo. É para alegrar muito o dia.

2. Elogio sobre o/a filho/a.
Outro tipo de elogio maravilhoso é aquele que ouvimos sobre nossos filhotes, na rua, na escola, numa festa...porque somos todas corujas!

3. Casa arrumada.
Uma coisa superdifícil de conseguir quando se tem crianças em casa é organizar a mesma. Sempre tem brinquedos espalhados, farelos de biscoito no sofá ou roupas pelo chão...mesmo que fique arrumado por poucas horas, já está valendo!

4. Morar próximo dos avós.
Uma santa ajuda quando precisamos deixar as crias, sem nos preocuparmos, com alguém por algumas horinhas.
Dindas, tias e aquelas superamigas confiáveis valem também, mas as avós...são mães com açúcar né!

5. Ajudinha extra do marido.
Seja para lavar a louça do almoço, dar banho nas crianças ou organizar a sala antes de dormir, toda ajuda é sempre muito bem vinda, quando ela é realizada sem um pedido oficial então, é ainda melhor.

6. Beijinhos e abraços dos/as filhos/as.
Carinho nunca é demais e esses são especiais, são combustíveis para nossas vidas!

7. Pequenos agrados feitos por eles.
Receber cartões com as primeiras palavras...com desenhos quando ainda não sabem escrever... ou com mensagens mais elaboradas quando estão mais crescidos é sempre emocionante. Ganhar uma flor arrancada de um jardim qualquer, ser lembrada, mimada pelo filho é muito especial! E café na cama, então? É muito amor envolvido em cada pequeno gesto e nós amamos!

8. Passeios e brincadeiras.
Brincar com os filhos sempre é muito bom, a alegria e o sorriso deles são contagiantes; e ainda podemos lembrar da nossa infância enquanto nos divertimos. 

9. Ouvir "Eu te amo mãe!"
A melhor declaração de amor que existe. 

10. Ir a consulta de rotina do pediatra e saber que está tudo bem.
Toda mãe fica feliz ao saber que os filhos estão crescendo fortes, felizes e saudáveis. 

11. Ver o/a filho/a limpar o prato.
Tem alegria maior que ver o filhote comendo tudo? Se a alimentação for variada e nutritiva é tudo de bom.

12. Comprar roupas para os/as filhos/as.
Melhor que comprar coisas para nós mesmas, é comprar para eles. Ir na loja escolher peças que combinem com outras, com o calçado que já tem, depois arrumá-los e vê-los ainda mais lindos é fascinante.


E tem muito mais, claro! Aqui apenas uma pequena seleção de algumas coisinhas que nos fazem um bem danado.

Bjinhus,

Tati



segunda-feira, 20 de abril de 2015

Chegou a hora de voltar ao trabalho, e agora?


Uma das maiores preocupações de uma mãe que trabalha fora é a volta ao trabalho depois de encerrada a licença maternidade. É difícil confiar em outra pessoa a cuidar dos nossos filhos. Viver esse momento é viver um turbilhão de sentimentos...e hora de tomar uma decisão.
Tem mães que acabam optando em ficar mais tempo com o filho, claro isso após fazer inúmeras avaliações sobre sua vida, sua rotina e também seus recursos financeiros (nem todas podem né?), dando um tempo na carreira. Não é uma decisão fácil. Não é uma decisão pra todas.
Outras mães precisam e/ou querem voltar ao trabalho, mesmo sofrendo em deixar os filhos sob os cuidados de outra pessoa. Outra decisão difícil.
Vou contar um pouquinho de como foi esse retorno pra mim. Eu tive a sorte de ter a ajuda da minha mãe nos cuidados com a Manu. Voltei ao trabalho após 4 meses, mas na época tinha horários diferenciados que ajudaram no processo. Sob os cuidados da vó, tudo fica bem mais fácil. Me sentia tranquila em relação a isso, mas também sentia muita saudade e tinha consciência que acabava perdendo momentos delícias como a hora do banho, da papinha, de algumas mamadas...e sim, sofria com a separação!
Já com o Davi foi um pouco diferente. Tive a oportunidade de poder ficar com ele até o seu primeiro aniversário, pois estava em licença do trabalho. Claro que isso foi uma decisão minha e, como falei antes, tive que enumerar os prós e os contras para poder decidir. E quando chegou a hora de retornar ao trabalho, optei por matriculá-lo numa escola de educação infantil. Prefiro as escolas às babás em casa. Como pedagoga, professora e mãe acho super importante a convivência com outras crianças da mesma idade, além do aprendizado por meio do lúdico que as escolas oferecem. O período de adaptação do Davi não foi tranquila, situação que me deixava bastante frustada e preocupada, mas isso eu conto para vocês num outro post, ok?
A mistura de sentimentos que uma mãe sente ao fazer uma decisão dessas é gigante. Eu sei, exageramos mesmo quando falamos dos filhos, quando queremos sempre o melhor  para ele. Passamos quatro ou seis meses (dependendo da licença) literalmente grudadas nesse pequeno ser, quase não saímos e se o fazemos é tudo muito rápido, nossa vida muda completamente, deixamos de fazer coisas e passamos a fazer tantas outras que nem imaginávamos que conseguiríamos. É tanta novidade, tanta emoção envolvida, são tantas descobertas...e de repente, assim, rapidamente, está na hora de retomar a carreira e aprender a conviver com a dor dessa separação temporária. Sentimos medo, insegurança, preocupação, dúvidas, saudade...ah quanta saudade do nosso pedacinho! 
Entre todos esses sentimentos tem um que, ao meu ver, quase nos enlouquece: a culpa. Culpa de não podermos ficar o tempo inteiro com ele, tão pequenino, ter que ser cuidado por outra pessoa que não seja exclusivamente a mãe; culpa em não poder amamentar sempre que ele quiser; culpa por não estar lá para suprir todas as suas necessidades; culpa por não demonstrar nosso amor nas 24 horas do dia (aqui descontamos as horas que estamos longe); culpa de não ser nos nossos braços que ele adormecerá em pelo menos duas vezes no dia; e principalmente culpa por também querer retomar nossa vida profissional, por querer ver gente, conversar com pessoas outros assuntos, culpa por querer ter outras atividades, culpa por querer ficar um pouquinho só...culpa dobrada, por motivos diferentes, mas que permeiam nosso pensamento. Nos doamos tanto a eles que esquecemos de nós, e sim, somos mães, mas também somos profissionais, somos mulheres e não somos perfeitas!
Nós sofremos de qualquer jeito. Mas não sofremos sozinhas. Você não estará sozinha. Pense, reflita sobre suas reais necessidades e decida. Sua decisão será acertada. Converse com seu filhote, conte que por necessidade vocês ficarão separados por algumas horas (caso seja essa sua opção), mas que você voltará para buscá-lo e cobri-lo de carinho e beijinhos. Converse com uma amiga que já tenha vivido essa expriência, com o marido sobre suas angústias, divida sua dor. E não se culpe, se é que isso é possível, pois é um bem necessário e haverá uma adaptação dessa nova fase. É só o começo de tantas outras que virão. 
Ah, só para vocês saberem, até hoje quando eu acho que preciso e peço um tempo sozinha e finalmente consigo esse tempo, fico meia sem saber o que fazer, sentindo falta do meu casalzinho...(ele com quase dois e ela com oito anos), com saudades mesmo...coisas de mãe...mãe (acho q a maioria) sempre sente falta e assim sempre será...bem vinda ao clube amiga!

Beijos,

Tati

terça-feira, 14 de abril de 2015

Sobre ser mãe de guria

Coisas que aprendi e continuo aprendendo sendo mãe da Manu e que muito provavelmente você vai saber se estiver grávida de uma menina.


1.       Dividir a maquiagem!
Elas observam tudo o que fazemos e desde cedo aprendem a gostar de maquiagem. Às vezes um item simplesmente “desaparece” da minha necessaire...o último deles foi um batom rosa lindo que ela resolveu que faria parte da necessaire dela, kkkk.

2.       Incluir esmaltes na lista de compras!
Sim, na lista do super, da farmácia, tanto faz...se não quiser, não passe na seção de perfumaria porque sempre tem uma cor nova que chama a atenção dela (e a nossa também). Como pode? Desde pequenas aprendem a amar esmaltes.

3.        Voltar à infância quando brincamos de boneca!
Elas são nossas bonecas de verdade, aquela que sempre sonhamos ter. Dica: guardem algumas roupinhas de bebê da sua pequena, vai precisar para que ela possa vestir as bonecas dela. É o máximo!

4.       Assistir e assistir de novo a todos os filmes de princesas!
Cansativo? Não, na companhia da filha. E olha que sempre tem lançamento novo no mercado.

5.       Dançar todos os ritmos pela casa!
Gurias são bailarinas...estão sempre borboleteando por aí...então dance com ela, vale qualquer ritmo.

6.       Elas falam e choram muito!
É, falam mesmo. E perguntam e questionam. Não se preocupe, você terá sempre com quem conversar. Gurias geralmente são sensíveis, emotivas e teimosas também! Choram não porque são “frescas”, choram de raiva, de dor e de emoção. Gurias demonstram seus sentimentos e mudam de humor com facilidade.

7.       Amar o rosa e o lilás!
Mesmo que não sejam suas cores preferidas, são as que dominam o vestuário infantil feminino. Com o tempo passa, o rosa agora está em baixa aqui em casa.

8.       Receber cartões, mensagens e desenhos! São muito carinhosas!
Beijinhos, abraços, bilhetinhos fazem parte do nosso dia-a-dia. Elas adoram uma surpresa e gostam também de nos surpreender. Elas amam desenhar e nos presentear com seus cartões apaixonantes e produções criativas.

9.       Nem sempre gurias vivem entre princesas, fadas e bailarinas; elas são determinadas e molecas também!
Elas aprontam, fazem bagunça, e sabem o que querem.

10.   Ter uma ajudante na cozinha!
Misturar a massa do bolo e decorá-lo é sempre tarefa dela quando está por perto.

11.   Aprender a dividir o colo do marido!
Sem chances, perdemos...rsrs, eles (os maridos) serão completamente loucos por elas.

12.   Ganhar uma amiga e confidente para a vida toda!
Ter sempre a companhia dela para passear, fazer compras, conversar, assistir um filme com pipoca...e receber e dar muito amor!


Por Tatiane Gallas, 

quarta-feira, 8 de abril de 2015

Vamos salvar as vaquinhas

   
            Mãe sempre está preocupada com a alimentação dos filhos sejam eles ainda pequenos ou já crescidos. E mãe sempre busca informações do que é saudável. E aí,  volta e meia a mídia traz a discussão quanto ao consumo de leite .

            Afinal leite é bom? É vital? Precisamos? E a intolerância? E os veganos? Mãe, nutricionista e química, sou é defensora de alimentos de boa qualidade e procedência; e o leite está incluído nesta lista.

            O melhor leite é o da própria espécie e por isso o aleitamento materno exclusivo é tão importante. Isso porque o aparato digestório dos pequeninhos vai se tornando plenamente funcional até os 6 meses; portanto o aleitamento materno exclusivo até esta idade é a melhor opção. Não sendo possível,  há recurso de usar fórmulas prontas mas essa já é outra discussão.
           
            Voltando ao leite, depois do leite materno, por que tomar?
            Para “crescer fortes e saudáveis”,  gurizinhos e guriazinhas precisam de uma alimentação que forneça os nutrientes necessários. O leite é apenas uma opção! Mas se for a escolhida, que seja de boa qualidade.

            O leite traz proteínas para o crescimento,  gorduras que tem até efeito cardioprotetor pois, acreditem, ele também tem  ômega 3 e a lactose que confere sabor agradável e favorece a absorção intestinal de outros nutrientes. Ah, o leite tem ainda outros nutrientes: minerais como potássio para o bom movimento dos músculos, fósforo para formação de ossos, zinco para o sistema imune e muitas vitaminas. Vitamina A, B1, B2, B12, B6, E, K, D e biotina que contribuem para imunidade, funcionamento cerebral e cardíaco.  E o cálcio? Sim, fornece cálcio. Mas  o cálcio também pode ser encontrado na aveia, brócolis e mamão.
           
            A maior vantagem do leite, indicam estudos científicos, é o conjunto nutricional, ou seja, esses nutrientes juntos atuam melhor do que as propriedades de cada nutriente isoladamente.

            Mas isso tudo depende da procedência. Não sendo materno, de onde virá o leite? Que não seja de caixinha pois é completamente estéril, que não seja com frescura tipo desnatado. Que seja integral e pasteurizado. Para nós brasileiros, nos resta salvar as vaquinhas e protegê-las do excesso de antibióticos e manejo intensivo.

            E quem não pode consumir? OK, sem problemas, pois podemos buscar esses nutrientes em outras fontes e a alimentação dos nossos filhos continuará sendo saudável. A  alergia acontece em relação as proteínas do leite e a intolerância é em relação à lactose.

Fica para uma próxima a discussão dos “leites vegetais”  e as opções para alérgicos, intolerantes ou veganos ou só simpatizantes de novas formas de  alimentação.


Maria Cristina Gallas Flach

Mãe do Pedro que, há 22 anos,  tem participado dos meus experimentos alimentares.

terça-feira, 7 de abril de 2015

DOIS (OU MAIS) É MELHOR QUE UM!

Quando a Manu ainda era bem pequena, sempre me perguntavam quando eu teria o segundo filho ou filha.
É aquela história que todo mundo conhece: se estamos namorando querem saber do noivado; se noivamos, quando será o casamento; se casamos, quando teremos o primeiro filho; e quando já temos um, quando teremos outro e por aí vai...
Quando a Manu nasceu, nasceu em mim uma nova pessoa, uma pessoa muito melhor, uma mãe! E junto um amor incondicional. Ela foi crescendo e esse amor também, de tal forma que eu me sentia completa. Talvez por esse motivo eu tinha dúvidas, muitas dúvidas se teria mais um filho. Será que eu conseguiria amar tanto outra pessoinha como eu a amava?
Na verdade sempre quis ter dois. Nos meus pensamentos de guria e sonhos de adolescente eu já idealizava um casalzinho. Mas a insegurança me acompanhava e minha filha foi crescendo e ficando mais independente. E o tempo foi passando...
Admiro as mães que tem dois ou mais filhos com idades próximas. Acho superbacana irmãos com pequena diferença de idade crescendo juntos e fortalecendo os laços. Só que eu acho que não conseguiria, sou daquele tipo de mãe que se doa completamente, então resolvi dar tempo ao tempo e esperar. Confesso que cheguei a pensar em ficar só com ela, foi quando ela mesma começou a pedir um irmãozinho ou irmãzinha. Todos os meus anseios povoaram minha cabeça novamente. Seria justo com ela, por medos meus, não atender seu pedido? Seria justo comigo, exatamente por ter essa insegurança, atender seu pedido? Coisas de mãe... pensamentos mil...(mães são seres esquisitos às vezes). E quando ela fez seis anos, pensei: “é agora ou nunca” e Deus escolheu o agora pra mim. Durante a gestação os medos não foram eliminados, os sentimentos todos misturados, mas qual grávida não fica assim? (mães são mesmos seres esquisitos!). Junto a isso, tem todos aqueles momentos delícias que antecipam a chegada do filho, como a organização do chá de bebê, a escolha do enxoval, do nome do baby, coisas que a gente curte de montão, e que a Manu curtiu junto. Já dava pra ver a importância de nossa decisão, já dava pra sentir a alegria, o carinho dela, cuidando de mim e do mano que ainda estava para nascer.
Em maio de 2013 chegou nosso amado Davi. E com ele descobri que o amor de mãe não se divide, se multiplica! É tudo em dobro! As responsabilidades, os medos, a bagunça, os choros, os sorrisos, os gritos, as brincadeiras, as finanças... e os abraços e os beijos também! É uma alegria multiplicada!
Acredito que tudo acontece na hora certa. Não existe um tempo certo para ter o segundo, o terceiro filho... não tem uma diferença de idade ideal. Irmão é irmão e pronto! Vão trocar confidências, carinhos e brigas em qualquer idade, rsrs. E aqui em casa não é diferente! Isso é o mais legal, eles aprendem a compartilhar, a cuidar, a trabalhar em equipe, o valor da amizade, o amor de irmãos.
O Davi chegou quando eu estava preparada, esperando por ele. Hoje eu e o marido não imaginamos nossas vidas sem os dois. Sem suas traquinagens, conversas e brinquedos espalhados pela casa. Uma casa cheia de vida, de risos de criança. Como é bom ter irmãos, ter uma companhia a mais, um amigo que mora junto. Eu desejei isso para a Manu e desejo pro Davi. Como é bom ver crescer os laços entre eles, o cuidado de um com o outro, o amor verdadeiro. Como é bom ser mãe e pai de dois.
Hoje me sinto ainda mais completa! Completei meu castelo e meu mundo ficou mais colorido com eles. Tenho a felicidade de ser mãe de um guri e uma guria!


Tatiane Gallas, mãe da Manuela há 8 anos e do Davi há 1 ano e 11 meses.

segunda-feira, 6 de abril de 2015

E AGORA A PÁSCOA PASSOU E O CHOCOLATE FICOU!


Para nós adultos a Páscoa tem um significado religioso e comercial. Para os pequenos o significado é de prazer e festa diante de muuuuitas guloseimas! 

E aí, como lidar com tanta oferta de açúcar? Primeiro é entender porque o chocolate é tão bom! 
Fonte: Imagem/Google 
 Porque dá prazer! Chocolate é precurssor de serotonina que é o famoso neurotransmissor da felicidade. E dá energia. Juntando isso, é claro que os pequenos vão amar o chocolate. 

Como lidar saudavelmente com a grande oferta que a Páscoa traz? 

Primeiro: Guardar! O que os olhos não veem...... . Você está no comando! 

Segundo: Decidir Quanto! Quanto vai ser consumido por dia? Cerca de 25g são suficientes, dependendo do chocolate. 

Terceiro: Decidir Quando! Chocolate não é Refeição ou Lanche. É melhor como sobremesa depois de uma boa refeição como o almoço. Perto de dormir também não é indicado pois o açúcar pode deixar gurizinhos e guriazinhas plugados na tomada! 

Quarto: Equilibrar! O cardápio do dia bem organizado/equilibrado vai compensar os deslizes da gula.  
O principal Ser Feliz! Use o bom senso de mãe. Se você comprou os chocolates ou se a família fez um ninho, agora curta o significado real da Páscoa: a renovação. Renove sua forma de ver o mundo e agir, pense nas suas escolhas.


 Maria Cristina Gallas Flach Mãe do Pedro há 22 anos e Nutricionista com prazer.

Postagem em destaque

O segundo filho, tudo tão igual e tão diferente!

Algumas pessoas dizem que ter o segundo filho é mais fácil. Você já sabe como é, do que eles precisam e como fazer. Nem sempre. Foto A...