sexta-feira, 28 de agosto de 2015

De olho no consumo: você e seu bebê precisam mesmo de tantos produtos?

Olá, gente!
Assim que pegamos o resultado positivo, saímos a procura de coisinhas para os bebês e nos deparamos com uma quantidade e variedade enorme de objetos, utensílios, brinquedos, roupas, acessórios, calçados...que nos sentimos perdida no meio de tudo isso. Mas será que nossos filhos precisam mesmo de tudo isso? Você já parou para pensar, observar no que a mídia está tentando te empurrar? É preciso ter tanto acessório, investir tanto em produtos para bebês? Qual a real necessidade nisso? É realmente fundamental para o cuidado e desenvolvimento do bebê?
Fonte: Google Imagens
Gente, eu adoro novidades, amo coisinhas fofas, delicadas, e também me sinto "tentada" a experimentar tudo, ou melhor, quase tudo o que vejo por aí. Mas também sou prática, gosto de produtos que facilitem minha vida e não apenas exista para enfeitar e não cumprir com sua devida função. O bom senso aqui é imprencindível. Antes de comprar algo e investir muito em produtos caríssimos, pense se realmente esse produto vai te ajudar, se ele vale o investimento.

Na minha primeira gestação, não havia tanta variedade no mercado de produtos para bebês (ou eu relamente não me ligava nisso!). E naquela ocasião, eu também não podia investir muito e sair comprando tudo o que via pela frente. Então fiz minha lista de prioridades. Optei por um bom carrinho, um berço lindo padrão americano, uma cômoda espaçosa e funcional, uma cadeirinha para o carro confortável e segura, além de roupinhas confortáveis e bonitas para minha guria. Os brinquedos fui adquirindo conforme necessidade e o desenvolvimento dela. Meu espaço dentro de casa era apertado, então optei por uma banheira comum mesmo. Mas, e os acessórios? Na época, nem haviam tantos, e os que encontrei  não me interessei em comprar.

Hoje encontramos nas lojas uma variedade imensa de bicos (chupetas), mamadeiras de todas as cores e tamanhos, copos variados de transição, copos para bebês a partir dos seis meses, copos para bebês a partir de 12 meses, copos para bebês com idade a partir dos 18 meses, copos para bebês com idade a partir de 24 meses (ufa, isso só de copos), colheres que mudam de cor para mostrar que o alimento já esfriou (e a "assopradinha" não rola mais, a mamãe não experimenta antes a papinha?), luvinha para fazer a higienização dos dentinhos (que é o mesmo que fazer com uma fraldinha de boca), bolsinha térmica em forma de bichinhos que dizem acalmar as cólicas, acessório para colocar um pedacinho de fruta dentro (de silicone ou não) para que o bebê segure melhor e não se suje tanto (que suja do mesmo jeito segundo algumas mamães que experimentaram), pratos e potes lindos e de tamanhos variados para tudo (papinhas, armazenamento de leite em pó, acondicionamento de comidinhas, etc.), andadores em forma de bichinhos (aqueles que os bebês empurram) para as crianças aprenderem a dar seus primeiros passinhos (oi? eles vão aprender com ou sem ele), cadeiras de balanço musicais, tapetes coloridos com brinquedos pendurados para os bebês observarem, além de uma grande quantidade de roupinhas fashions e lindas, mas que muitas vezes não são nada confortáveis para nossos pequenos.  É muita oferta! Ficamos enlouquecidas mesmo, e com vontade de sair comprando e experimentando tudo. Eu também tive muita vontade de comprar vários objetos dos que citei. Lógico que tem muito produto bom no mercado, que facilita a vida da gente, mas tem muitos também que estão aí só para serem comercializados, e encher os cofrinhos das empresas, porque agregam muito pouco a nossa necessidade.

E não pára por aqui não. A medida que as crianças vão crescendo, vão surgindo novos produtos e o pior, direcionados diretamente à elas pelas propagandas de televisão.

Já me senti frustrada por não ter comprado algumas coisas para a Manu, por achar que ela podia ter mais brinquedos, mais objetos funcionais. Hoje tenho consciência de que ela não precisava de nada daquilo. Tanto que na minha segunda gestação usei o mesmo carrinho, o mesmo berço e a mesma cadeirinha do carro para o Davi (sim, eu guardei essas coisas maiores). E sempre que vou comprar algo novo tento avaliar o tal custo x benefício, porque não dá para ficar gastando à toa por aí. Claro, que tenho meu lado consumista, como disse adoro novidades, mas procuro sempre me controlar, rs.

É preciso cautela e bom senso na hora da compra. Não sou contra quem pode e compra muita coisa, afinal cada um faz o que quer. Eu mesma tenho essas vontades. Mas sempre existem outros meios, não pensem que você e seu filho precisam mesmo de tanta parafernália. Não precisam! Cuidado com falsas promessas, avalie cada produto, esqueça um pouco as propagandas, converse antes com quem já experimentou algo que você pense em comprar. Faça o que você pode e seja feliz!


Abraços,


Tatiane Gallas



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quinta-feira, 27 de agosto de 2015

Jogos Educativos para Tablet

Se antes era comum crianças na rua brincando de pega-pega ou jogando futebol, hoje é cada vez mais normal vê-las dentro de casa brincando com aparelhos eletrônicos. Mas já que não dá para fugir da tecnologia, podemos usá-la a nosso favor. Por ,abaixo você encontra os melhores jogos para tablet, que despertam o raciocínio de forma divertida e ajudam no desenvolvimento do seu guri ou da sua guria.

1 - O Circo Mágico do Bita
Respeitável público, o espetáculo vai começar! E não é um espetáculo qualquer, é o espetáculo de imaginação!
Isso mesmo!  Com um livro virtual sobre um Circo Mágico e seus supers artistas, seu filho pode colorir, montar e brincar. Assim a criatividade e a leitura dele serão estimuladas com atividades interativas que entretêm e ensinam.

Fonte: You Tube
2 - Soletrando
C-A-M-P-E-Ã-O. Será que você é capaz de soletrar essa palavra?
Com o programa, o Soletrando é um jogo educativo de soletração, de acordo com as novas normas do acordo ortográfico, que ajudará você e seu filho a testarem seus conhecimentos da língua portuguesa.
O jogo é pago e conta com o desenho e a voz do apresentador Luciano Huck. Apesar de ser classificado como um jogo infantil, é uma atividade para toda a família, que pode ser praticada individualmente ou com mais participantes.
Junto com seu filho você pode aprender novas palavras, descobrir o significado e principalmente, a correta grafia. Tudo isso brincando.

Fonte: iPad Dicas

3 - Escolinha da Galinha Pintadinha
Se seu filho não consegue prestar muita atenção nas aulas, com certeza ele conseguirá com um fenômeno como a Galinha Pintadinha! E se seu filho não consegue se concentrar muito, aprender de forma divertida com uma personagem não será um problema. Em resumo: um jogo infantil com fenômeno dos baixinhos é perfeito para estimular o aprendizado.
O game é baratinho e conta com jogos educativos que prendem a atenção de crianças de primeira idade e ensinam com formas geométricas, letras ou continhas básicas.

Fonte: Apptweak


4 - Coleção Tia Tânia
A Fábrica dos Números, Pintando e Descobrindo, Anima Maluco, Pincél Mágico, Castelo das Vogais e Fazendinha. Com 6 jogos educativos para crianças de 2 a 6 anos que prendem a atenção com formas simples e coloridas, fica mais fácil desenvolver a percepção visual, a imaginação e o raciocínio das crianças. A Coleção Tia Tânia é um aplicativo completo, e o melhor: é grátis! Trabalha com sons, formas, letras, números e cores para que brincar e aprender sejam sinônimos.

Fonte: Minilua


5 - Smart Speller English
Um jogo grátis para ensinar inglês ao seu filho de forma simples e divertida. Ele mostra algumas figuras e dá dicas para que as crianças as que escrevam na língua estrangeira. Outros bons aplicativos para ajudar seu filho a falar inglês são: Sons de Animais, que imita o som dos bichos e fala o nome deles em inglês; Peppa Pig Stars, um livro virtual pago que conta histórias da personagem em inglês; e o Duolingo. Para crianças maiores ou adultos, ele trabalha pronúncia, audição, gramática e escrita de diversa línguas.

Fonte: Google Play

Agora é só baixar, aprender e se divertir. Afinal, é brincando que seu filho poderá desenvolver habilidades da forma mais natural possível. Pois brincando uma criança pode desenvolver a mente, reconstruir e reinventar as coisas sem medo, mas com prazer.



Este post é uma contribuição Buscapé para o Blog Mãe de Guri & Guria.


segunda-feira, 24 de agosto de 2015

Sobre alguns bons conselhos que ninguém te contou!

Todo mundo adora dar conselhos sobre tudo na vida. Mas nem sempre estamos a fim de escutá-los.

Vagando pela internet, encontrei algumas ilustrações de Alex Noriega, que achei bem interessante e trouxe aqui para compartilhar com vocês. É uma outra forma de enxergar as coisas e de encarar os conselhos.

Sobre alguns conselhos bons que ninguém te contou:

Coisas são somente coisas. Não se apegue a elas.
 
Encontre alguém que consiga rir com você sobre tudo e o resto vai ficar bem. 
 
 Não é seu salário que diz o quanto você é legal.

Aceite o fato que vai errar um pouco tentando fazer algo novo, então vai ser muito mais fácil.
 
Os problemas da sua família não são os seus.
 
 Diversão é um conceito relativo.
 
Ser bem sucedido tem um significado diferente para cada pessoa. Respeite isso. 
 
 “Oi” é a palavra mais poderosa contra a solidão.

Um dia você vai sentir falta do dia de hoje.

Não espalhe sua raiva pela Internet. É estúpido e todo mundo terá a oportunidade de dizer que você só faz isso porque tem pau pequeno.
 
Desafie-se um pouco a cada dia.
 
Analisar demais o levará a conclusões erradas. (- Eu te amo. – Que merda você aprontou
dessa vez?)


Fonte: Razões para acreditar

sábado, 8 de agosto de 2015

Relato de mãe: Como o amor de pai e filha supera a distância e nos mostra uma conectividade incrível!

Em homenagem ao Dia dos Pais, hoje tem o relato da seguidora Cris Hansen, que nos conta como está sendo conviver com a distância do marido que teve que fazer uma longa viagem.
 
Confiram essa história linda, que nos mostra como o amor entre pai e filha e o vínculo entre eles continua forte, apesar da distância, porque está presente no coração e pensamento!
 
Obrigada Cris, por dividir essa história conosco!
 
Vou contar a história do pai da minha filha, David Hansen de 28 anos, que mostra como eles (pai e filha) são apegados mesmo longe um do outro. 
Surgiu uma oportunidade do pai, David, viajar para o Estados Unidos, em abril desse ano. Como a Sophia tinha apenas 7 meses, ficamos bem triste com isso. Mas se seria uma oportunidade de melhorar de vida porque não?
Como todo pai de primeira viagem ele sempre pensava "ela vai me amar, mesmco com essa distância? Ela vai sentir a minha falta? E quando voltar, ela vai me reconhecer?". Eu sempre dizia que sim, pra ele ficar relaxado, que pai e filho também tem grandes conexões mesmo longe.
David tem uma mania de ficar mexendo nos dedos. Nos "caroços". Aquilo me dava agonia! Mas ele sempre fazia nela, e ela nunca pareceu se incomodar.
Chegou o dia, todos estávamos tristes... E até mesmo minha pequena, tinha um olhar mais terno naquele dia. Nos despedimos e voltamos para casa. Até então ela não notou, mas no dia seguinte de repente um choro inconsolável. Mas assim que o papai chegou nos EUA ele ligou e ela voltou a ficar toda sorridente de novo. Foi uma ligação de vídeo, então ela adorou.
Depois de um mês após a ida dele, ela começou também a mexer nos "caroços" do dedo, igualzinho ele fazia nela e em mim. Ela vem e faz com todos. Como se ela lembrasse que aquilo era do pai dela. Tentamos sempre conversar por vídeo, para que ela veja ele. E é uma alegria só. Ele fala e ela já responde. E adivinha a primeira palavra dela... "dede", "dada". Ele fala ela repete. E claro, um inconfundível "eiiiiiiiii" que ela também faz questão de gritar em alto e bom som "eiiiiii".
Isso mostra que mesmo longe, eles tem uma grande conexão, de aprender um com o outro. Só de ouvir a voz dele, ela fica toda feliz. É ou não é uma coisa linda?
 
 
Cris Hansen, esposa do David e mãe da Sophia, de 11 meses.

quinta-feira, 6 de agosto de 2015

Como escolher a escolinha do filho? Algumas orientações para fazer uma boa escolha.

A Educação Infantil é uma das fases mais importantes da vida escolar da criança, trazendo vários benefícios para o desenvolvimento infantil. Quando bem estimuladas, as crianças aprendem a conviver, a estreitar relações com o outro, avançam na sua capacidade motora, se desenvolvem de forma integral e ampliam sua linguagem verbal e corporal.
Por isso, muitas famílias ficam muito apreensivas na hora de matricular os filhos na escola de educação infantil, gerando dúvidas e receios.
Para tentar ajudar nessa tarefa e clarear um pouco as ideias, resolvi listar aqui algumas questões que julgo ser necessárias observar antes de efetuar a matrícula. 
Muitos pais perguntam, primeiramente, se tem uma idade apropriada para a entrada da criança na escola. A resposta é não. Tem médicos pediatras que indicam que o melhor é matricular os filhos após os dois anos de idade, por questões de imunidade, de prevenção de doenças. Mas, o que deve ser levando em consideração aqui é a estrutura familiar, se há disponibilidade da mãe ou do pai ou outra pessoa da família estar com o filho em tempo integral ou não. Depende das circunstâncias em que se vive, se o filho tem espaço suficiente para brincar em casa, se tem proximidade com outras crianças da mesma idade, entre outras. Muitas famílias precisam colocar seus filhos em escolas desde os primeiros meses do bebê, outras já conseguem após um ano. Vai depender de cada uma. Definida essa questão, listo abaixo algumas observações importantes que precisam ser avaliadas antes de optar pela escola:
1. Pense no que você deseja e espera da escola. Quer que ela apenas ofereça cuidados básicos, como a higiene, a alimentação e o sono do seu filho; ou espera um comprometimento maior em relação ao seu desenvolvimento cognitivo, social e emocional? Defina isso.
2. Faça uma pesquisa e liste as possíveis escolas que seu filho possa frequentar. Observe a proximidade da escola à sua casa ou ao seu trabalho. Filtre-as, não dá para visitar todas. Pesquise na internet, se tem sites ou redes sociais, vejas fotos, murais, leia textos informativos, colha informações e indicações de outros pais.
3. Marque visitas, geralmente as escolas não recebem pais sem horários previamente agendados. Não faça uma lista muito extensa, o ideal é visitar no mínimo três para poder fazer comparações.
4. Estrutura da escola. Pergunte, esclareça suas dúvidas com a coordenadora pedagógica. A escola deve ter autorização de funcionamento da secretaria municipal de educação. As professoras precisam ser formadas em Pedagogia, as auxiliares podem ser estagiárias. Caso sejam oferecidas refeições na escola, é necessário uma nutricionista responsável pelo cardápio. É importante também saber do número de crianças por turma. Para as turmas com crianças de 0 a 2 anos de idade, o recomendado pelo Ministério de Educação é o máximo de 8 crianças por professora; para as turmas de 3 anos, o máximo de 15 crianças por professora e para turmas com idade entre 4 e 5 anos, o máximo de 20 crianças por professora.
5. Espaço físico. Vários itens devem ser avaliados aqui: segurança ao entrar e sair da escola, e também dentro (veja se existem interruptores sem proteção, escadas, fios soltos, como são os acessos à outros anbientes, pátio externo, armazenamento do lixo), iluminação (o ambiente interno deve ser bem iluminado e arejado), higiene (limpeza do local, descarte do lixo), cozinha e refeitório (devem ter móveis apropriados), sala para descanso (se existe e se tem berços ou colchontes para o descanso), biblioteca, salas de atividades com mesas e cadeiras acessíveis e brinquedos disponíveis e ao alcance das crianças.
6. Proposta pedagógica. Não menos importante que o espaço físico e a estrutura da escola. O que a escola oferece e de que forma isso ocorre? A escola segue alguma abordagem pedagógica, trabalha o coletivo, valoriza a produção das crianças, realiza atividades artísticas, oferece jogos, promove o desenvolvimento cognitivo, emocional e social atráves do lúdico? Na educação infantil, todo o aprendizado da criança deve ter como base o brincar.
7. Ambiente externo. Observe o pátio, os brinquedos, o espaço oferecido e como as crianças o utilizam, se vão todas juntas ou há horários para cada turma.
8. Rotina escolar. A rotina é muito importante e estruturante. O ideal é conversar direto com a professora da turma e perguntar como ela estabelece essa rotina diária (atividades, brinquedo, histórias, pátio, higiene, descanso, alimentação.)
9. Atividades extras. Geralmente as escolas oferecem atividades inclusas no currículo, como aulas de música, artes, inglês; e outras que são oferecidas através de cobrança extra, como balé, judô, natação.
10. Contato com os pais. Como ocorre o estreitamento da relação entre escola e família, periodicidade das reuniões de pais, eventos, comunicação entre as partes.
11. Conversa com a professora. Acho essencial. Não adianta só gostar da escola e da proposta pedagógica e não "ir com a cara" da professora. Afinal, é ela quem vai estar com seu filho todos os dias. Converse, pergunte, sinta o clima na sala de aula com as outras crianças.
12. Confiança, empatia. Os pais precisam confiar na escola, estar de acordo com o jeito que ela prepara as crianças. É uma questão de se sentir parte, de gostar, de ficar bem com a escolha.
 
São vários itens mesmo, sabemos que a escolha não é fácil e que não existe uma escola perfeita. Certamente você vai "esbarrar" em algumas questões das que citei ou até mesma outras que você julgar importante. Mas, e aí, o que fazer? Avalie os prós e os contras, como colocar numa balança, e veja se a escola tem mais pontos positivos do que negativos e se eles bastam para que seu filho possa frequentá-la.
E não deixe de escutar seu coração, ele vai te indicar o caminho!
 
Abraço,
 
Tatiane Gallas

segunda-feira, 3 de agosto de 2015

Ideias criativas para organizar os carrinhos dos guris!

Olá gurias!!

Quem é mãe de guri sabe como é difícil guardar TODOS aqueles carrinhos miniaturas deles. Pensando em formas fáceis e práticas para isso, separei umas dicas de "garagens" bem legais aqui.  Já estou providenciando uma aqui para casa, pois em cada cantinho encontro um carrinho escondido rsrs.

 Garagem feita com madeira e canos de pvc. Na segunda imagem, a garagem foi feita com rolinhos de papel higiênico.
 
 Prateleiras: a primeira com design diferenciado, inclinados os carrinhos ficam mais a mostra. A segunda é toda feita com pedaços de canos de pvc pintados, bem original e você pode dar a forma que quiser.

Imãs: pequenos imãs espalhados na parede do quarto para as crianças ir "colando" os carrinhos.

Prateleira Fusca: achei o máximo esse, com estilo retrô, deixa os carrinhos visíveis e bem guardados.
Painel de carrinhos: usando imãs, os carrinhos foram colocados dentro de uma moldura.
 
Barra magnética: super funcional, a barra pode ficar ao alcance das crianças para elas mesmas guardarem seus carrinhos.
 
Prateleira estreita e caixote de madeira: diferentes, práticos e bonitos.
 
Caixa madeira: modelo mais tradicional e também mais fácil de encontrar pronto. O diferencial aqui foi a cor laranja que dá um toque mais alegre e moderno à peça. 

Mesa com quadro: para quem tem espaço, uma ótima dica. Super funcional para os guris brincarem à vontade e ter os carrinhos preferidos sempre a mão.
 
 
Agora é só escolher o seu preferido ou o que combina melhor com o estilo do filhote.

 
 
Beijos,
 
Tati 
 
 

Fonte das imagens: Pinterest