quarta-feira, 30 de setembro de 2015

Relato de mãe leitora: dois momentos com minha pequena!

Oi Gente!

Hoje temos mais um relato de leitora.

Sabe aqueles momentos que chegamos a levar sustos ou mesmo passar vergonha, mas que depois a gente acaba rindo deles? A mamãe Cristina Santos nos conta duas situações que viveu com a sua pequena Sophia.

"Quando descobri que estava grávida, ao contrário do meu marido que chorou de felicidade, fui procurar informações sobre gravidez e comecei a estudar sobre tudo, até mesmo tapotagem. Até treinava. O dia finalmente chega. Mas eu esqueci uma coisa, de estudar de como se veste um recém-nascido corretamente, então só deixei de body de mangas e sapatinhos e enrolei na manta, até aí, okay. Aí a enfermeira veio buscar ela e disse que ela tava muito peladinha, eu me senti horrível, não sabia como vestir meu bebê. Porém, hoje quando conto essa história eu rio, pois mostra que mesmo com natureza materna, somos muito propensas à errar."

 Obs: Na foto, já havia colocado uma calça na Sophia, mas mesmo assim era pouco.


"Sophia tinha 5 meses quando começou a sentar sem apoio, apesar que tínhamos que sentar ela. Eu forrava o chão com edredons para que ela ficasse bem confortável e pudesse tirar cochilos. Isso porque ela nunca gostou do berço, até mesmo na maternidade. Com 5 meses e meio ela estava dormindo e eu sentada do lado dela mexendo no notebook, ambas estávamos no chão forrado. Aí eu levantei pra beber água, coisa de um minuto. Quando voltei ela tinha se arrastado até o notebook e clicado em tudo e estava se divertindo. Foi bem engraçado."


Obrigada Cris, por dividir esses momentos conosco! Adorei!!


sábado, 26 de setembro de 2015

Grávida tem fome de quê? Os desejos mais bizarros que já vi!

Quando compartilhei uma imagem perguntando dos desejos de grávidas na minha página do facebook (Mãe de Guri & Guria ), em hipótese alguma pensei que iria ver essas loucuras de desejos. Mas a cada resposta que lia, ficava pensando algo tipo "como pode isso gente?" (rs).

Bom, aí veio a ideia da enquete, mas tive que alterar o título e eis que surgiu "Os desejos bizarros das grávidas". Aqui está a lista atualizada, baseada nas respostas de vocês queridíssimas amigas leitoras que colaboraram muito para isso acontecer. Mas confesso que ainda estou rindo com tudo isso aqui. Ah, coloquei somente os desejos mais bizarros, ok, aqueles que não é todo o dia que a gente vê por aí. 
E lógico, que brinquei um pouquinho com cada um, inventado uma suposta justificativa para tal desejo...espero que divirtam-se assim como eu me diverti escrevendo!

1. Sabonete e sabão

Eu acho que tem muita gravidinha querendo ficar cheirosa por dentro e por fora, só pode gente! Ou é mania de limpeza, ou vai ver que já estão querendo dar banho nos bebês!


2. Tijolo

Fiquei pensando no porquê do tijolo...será que é porque lembra do cheiro da terra molhada depois de uma chuva refrescante?


3. Amaciante

Tem jeito não gurias, nem esse produto vai tornar o toque do bebê mais macio não...ele vai continuar dando chutes e cutucadas (e que seja assim!), então se te falaram amiga que amaciante resolveria, desculpa aí, mas nãnãnã.


4. Cera em pasta

Viram? Não é a liquida! Realmente a cera em pasta tem cara de ser mais gostosa mesmo (rs).


5. Pinho sol

Mais uma com mania de limpeza...não deu pra tomar, foi na base do cheiro mesmo! Há saída para tudo minha gente, grávida sempre dá um jeitinho.


6. Gasolina

Maridos, estejam com o tanque sempre cheio para não dar ideia para as esposas, vai que durante o abastecimento surge aquela vontade ao sentir o cheiro maravilhoso e inconfundível do combustível.


7. Casca de árvore

Nem a mãe natureza se safou! Bom, melhor que outro tipo de casca né...podia ser de ferida (argh!), ah mas isso vamos deixar para as crianças depois.


8. Batom

É bonito, cheiroso, colorido...só não sei se é gostoso...


9.Xampu

Peraí, a mamãe já sabia que o bebê tinha cabelo? Dá pra ver sim gente, eu vi num ultrassom que a minha pitoca seria cabeluda.


10. Alpiste

Isso mesmo, comida de passarinho.Será que a mamãe usou para incrementar alguma receita e dar uma crocância?


11. Espuma

A pergunta que não quer calar: E não deu para substituir por chantily?


12. Vinagre

Puro. Assim, no copo. Já que não dá para ser cachaça...será que o efeito é parecido?


13. Naftalina

Mamães, naftalina parece mas não é uma bala, ok?


14. Morango com quiabo e/ou katchup

E o chocolate? Coitado do morango gente, o que ele fez para perder seu parceiro de tantos anos?


15. Batata frita com leite condensado

Se queijo com goiabada pode, por que não?


16 e 17. Polenta frita com algodão doce e caranguejo com caqui

Mais da série "vamos inventar uma nova dupla doce/salada"?


18. Laranja e abacaxi com sal

Não é tão incomum eu sei, mas pelo que percebemos podia ser bem pior...


Obrigada pela parceria gente! Adoro esses momentos descontraídos! E querem saber, estou me sentindo uma E.T. por não ter tido nenhum desejo desse porte, mal tive os comuns mesmo...só me encaixaria no último e trocando a fruta por limão, hehehe. Beijooooo e até a próxima!

P.S: Só para esclarecer, não foram todas que ingeriram essas "substâncias" aí, alguns desejos não foram realizados.



Tatiane Gallas a








segunda-feira, 21 de setembro de 2015

Seletividade Alimentar: meu filho não come!

A seletividade alimentar é também chamada de anorexia seletiva. Considera-se seletiva a criança que apresenta a tríade: recusa alimentar, pouco apetite e desinteresse pelo alimento, ou seja, a criança passa a desgostar da alimentação, sendo os alimentos mais rejeitados as verduras, os legumes e as frutas. A seletividade geralmente se inicia com a introdução dos novos alimentos, entre os 8 – 10 meses de idade e, na introdução de papas salgadas, aos 6 meses de idade. Isto ocorre devido à oposição da criança em consumir novos alimentos à primeira oferta (neofobia), podendo ser apenas temporária, correspondendo à adaptação a nova rotina alimentar ou uma reação frente a pequenas infecções constituindo um fato comum, típico do desenvolvimento normal da criança.
Mas quais as possíveis causas da seletividade alimentar (SA)? O que será que pode ocasionar a famosa expressão “meu filho não come”? 
Eis alguns fatores:
✅ Crianças que recebem fórmula apresentam maior seletividade:
Tal fato ocorre, pois elas se adaptam ao sabor da fórmula, que diferente do leite materno (LM), não muda, sendo o mesmo sabor sempre, o que faz com que a criança não aceite com facilidade novos sabores. Já as que recebem LM reconhecem no leite os vários sabores ingeridos pela mãe, tendo o leite sempre gostos diferentes.
✅ Atraso na alimentação complementar:
Crianças que apresentam atraso na introdução alimentar durante o primeiro ano tem maiores chances de ser seletiva ao longo da infância, sendo mais claramente identificados por volta dos sete anos de idade.
✅ Numero de exposição ao novo alimento:
A quantidade de vezes que o alimento é ofertado determina diretamente se a criança irá aceitar ou não o novo alimento, sendo importante alternar as formas de apresentação, preparação e textura deste alimento (por exemplo, pode ofertar a fruta in natura, na forma de sucos, sorvetes caseiros, entre outros). 

 ✅Alimentos de uma mesma tonalidade:
Geralmente a SA está associada ao consumo de alimentos de uma mesma cor (por exemplo, o branco) e de sabor suave (por exemplo, leite, pão, macarrão, etc.) ou determinada textura (pastoso ou crocante), rejeitando alimentos com outras texturas. Em alguns casos é possível notar preferencia por marcas de alimentos ou até mesmo determinada temperatura que estes são servidos (frios ou quentes). Algumas crianças não toleram o odor de outros alimentos.
✅Alimentos com molho:
Algumas crianças não aceitam alimentos com molho ou que são fáceis de sujar. Neste caso, pode está associado a mães com “mania de limpeza” ou que não permitiram ao filho usar as mãos para alimentar-se.
✅Apetite durante as refeições:
Em alguns casos, a criança rejeita o alimento simplesmente por não estar com fome no momento das refeições.
✅Ansiedade dos familiares:
Geralmente, pais com filhos seletivos tendem a substituir alimentos saudáveis (frutas, legumes, verduras) por alimentos de baixo valor nutritivo (por exemplo, os doces), os quais normalmente fazem parte da preferencia alimentar da criança. Além disso, alguns pais recorrem à recompensa, prometendo algo a criança se em troca ele comer o novo alimento e; a punição, forçando a criança a comer o alimento solicitado.
  
E como podemos reverter a frase "meu filho não come" para "meu filho come"?
  • Ofertar o alimento mais de uma vez
  • Sempre que a criança recusar o alimento, não desista. A aceitação depende da paciência e persistência dos pais.
  • Crianças participativas: Crianças que participam da criação dos pratos acompanhadas do adulto tem maior chance de aceitar o alimento.
  • Comer sem distrações: na hora das refeições não ligar a tv, celulares, computadores, tablets e afins. Distrações fazem a criança não aceitar os alimentos.
  • Refeições partilhadas: na hora das refeições, reunir a família a mesa faz a criança querer comer o novo alimento.
  • Dê o exemplo: a alimentação infantil é um reflexo da alimentação dos pais. Pais seletivos não tem êxito na hora de ofertar os alimentos, pois se a criança recusa eles entendem e ofertam outras coisas.
  • Não oferecer recompensas ou punições: caso a criança não aceite o alimento naquele momento, espere ela sentir fome e oferte o alimento novamente. Assim ela comerá. Muitas vezes as crianças não aceitam pois não estão com fome naquele momento. Recompensas e punições fazem a criança associar o novo alimento a uma memória boa ou ruim dificultando sua aceitação no futuro (esperando sempre algo em troca ou comendo por obrigação e lembrando que tal alimento estava associado a algo ruim, não querendo comer no futuro). 
  • Apresentar o alimento de diferentes formas: use a criatividade. Faça carinhas, paisagens. Liberte a imaginação, quanto mais diferente a apresentação maior a chance da criança aceitar as frutas e vegetais (nas imagens a baixo mostra algumas apresentações).


E o mais importante, não desistir nunca! Pois os hábitos saudáveis dos nossos filhos dependem muito do que oferecemos à eles, das escolhas que fazemos para nossa família.

Fonte:  Papo de Nutris
 



quinta-feira, 10 de setembro de 2015

De Mãe para Mãe: Relato de Leitora

Estou superfeliz porque começo hoje, oficialmente, a compartilhar aqui no blog relatos de vocês, leitoras tops, que todos os dias compartilham um pouquinho da vida de vocês comigo, comentando, contando histórias, me emocionando, me fazendo rir e até chorar, na nossa página do face.

Inaugurando nosso cantinho #demãeparamãe, #relatodemãeeleitora, hoje temos essa história linda e emocionante da Raquel Cardoso. Tenho certeza que vocês vão gostar e se emocionar com ela, uma mãe e mulher guerreira.

Obrigada Cacau, por dividir sua história conosco! Que Deus continue guiando teus passos e abençoando sua família!


"Olá!

Sou a Raquel, ou Cacau, tenho 30 anos e sou mãe do João Nicolas, de dois anos e quatro meses e da Maria Alice, de dois meses.
 Foto: arquivo pessoal
 
Antes de ter meus tesouros eu engravidei duas vezes mas acabei perdendo meus bebês, com 9 e 16 semanas. Em agosto de 2012, após um ano de tentativas, engravidei do João. Que alegria! Ele sempre foi um bebê muito aguardado por toda família.
No mesmo dia que soube do positivo, tive um problema no meu olho direito, um descolamento de retina. Sempre tive uma miopia muito forte (olho direito 17 e o esquerdo hoje 7,5) e esse descolamento se deu pelo alto grau de miopia. Não bati meu olho, nem nada parecido, acordei enxergando uma bolha colorida que aumentava a cada hora.. Nessa mesma manhã fiz o teste de farmácia (positivo!!!) e em seguida corri para o Banco de Olhos de Porto Alegre. Lá o oftalmologista foi muito direto: ou eu fazia a cirurgia logo ou poderia perder a (pouca) visão que tinha. Essa cirurgia é cara, eu não tinha a grana necessária, então entrei com um processo na defensoria pública do município onde moro.
A partir daí vivi dias de pavor, com medo de perder minha visão, e feliz demais pela minha gestação. Contraditório, mas foi assim mesmo.
Em novembro a secretária de saúde me ligou dizendo que finalmente tinham conseguido minha consulta com o retinólogo. Eu iria voltar a enxergar um pouco, quase nada, mas iria enxergar, nem que fosse apenas vultos como sempre foi. 
Na consulta o retinólogo disse que faria minha cirurgia, mas que eu teria que ter consciência que meu filho corria riscos. A essa altura eu já estava com 16 semanas, já sabia que teria um príncipe nos meus braços.
O retinólogo explicou que meu filho corria risco de nascer com problemas neurológicos, devido a anestesia e outras complicações mais. Na hora eu olhei para o médico e disse que não faria a cirurgia. Ele tentou me convencer a fazer,  disse que esse risco não era grande, existia mas era algo em torno de no máximo 5%. Mais uma vez eu disse que não faria. Ele então pediu para eu ir pra casa, pensar e voltar na semana seguinte. Eu não tinha escolha, não faria nada que colocasse meu filho a correr perigo.
Voltei na semana seguinte para agradecer, mas eu não faria a cirurgia. Ele disse que era um erro, que eu iria perder a visão, mas era escolha minha, ele "lavava as mãos".
O tempo passou, cada dia eu sentia minha visão pior, cada dia eu sentia o João crescendo e a cada dia eu me convencia que tinha feito o certo.
Em abril de 2013 João nasceu e tudo foi alegria e amor. Até esqueci do olho com descolamento, já enxergava mal antes, acostumar com a visão pior não foi difícil.
Em junho de 2013 voltei a procurar a defensoria pública da minha cidade para conseguir mais uma vez a cirurgia. Só que dessa vez demorou, só fui consultar em abril de 2014, meu filho com quase um ano.
E pra minha tristeza, eu havia perdido mesmo a visão, não tinha como restaurar nenhum pedacinho da retina, ia enxergar apenas com o olho esquerdo, com uma miopia de 7,5. Isso o retinologo me falou assim, a seco.
Sai do consultório arrasada, pois ainda acreditava em um milagre. Por dias chorei, sofri de medo do futuro. Mas logo me convenci que fiz o correto. Jamais ia me perdoar se ele nascesse com alguma sequela da anestesia.
Algumas pessoas se admiram do que fiz, me elogiam, dizem que sou uma mãe especial. Não acho nada disso, fiz o que toda mãe que ama seus filhos faria. Tentei o máximo preservar aquela vida que estava sendo gerada no meu ventre. Nunca me arrependi de não ter feito a cirurgia, nunca olhei para o meu filho como se ele me "devesse" algo, como algumas pessoas já me disseram.
Também já me falaram que "sou abençoada por pelo menos enxergar, tem pessoas que nascem cegas". Realmente sou abençoada por ainda ter  um olho " mais ou menos", mas ainda assim é uma situação muito difícil. Empatia, por favor. Se coloquem no meu lugar, dois filhos pequenos, marido, casa, ninguém quer perder a visão. Fora que corro risco de ter outro descolamento. Não posso correr, levantar baldes pesados, nada de esforço físico. Até espirrar preciso ter cuidado.
Só peço a Deus muita saúde para ver meus filhos crescerem fortes e saudáveis. Que eu possa sempre guiar eles pelo caminho do bem. E se acontecer de perder a visão do olho esquerdo sei que Deus não vai me desamparar, sou feliz do jeito que sou!

Beijos,

Raquel, a mãe insuportavelmente orgulhosa do João Nicolas e da Maria Alice."

quarta-feira, 2 de setembro de 2015

A fase linda do "aprendendo a falar": os bebês e suas pronúncias criativas

Uma das fases mais lindas do bebê é quando ele começa a falar. A gente fica tipo super hiper mega ansiosa para ouvir primeiro o "mamãe", mas nem sempre acontece, rs. A Manu falou primeiro papá e o Davi mamama. Bem dividido, né, e a gente quase morre de amor!

Foto: Google imagens
 
Geralmente, os bebês começam a pronunciar suas primeiras palavrinhas, os balbucios, (ou fazer as tentativas) pelos 8, 9 meses. Mas é a partir dos 12 meses que a "língua começa a soltar" mais. Vale lembrar aqui que cada bebê tem seu próprio tempo, então espere que mais cedo ou tarde acontece.
 
Dizem que as meninas são mais tagarelas! Eu posso afirmar que presenciei isso. Logo que começou a falar, a Manu não parou mais e foi emendando uma palavra nova atrás da outra, do mesmo jeito com as frases. Já o Davi foi mais devagar, tranquilo, sem aquela loucura toda de sair falando pelos cotovelos...hahaha.
 
Acho divina essa fase. Como as crianças conseguem ser tão criativas, inventando palavras para conseguirem se expressar? Sim, eles inventam, porque tem coisas que dizem que são muito diferentes da pronúncia formal. Quer um exemplo? O que você me diz da iaiá? Vamos, pense! O que pode ser isso? Pois então, essa é a palavra usada pelo meu pequeno para dizer "carne"! Não me perguntem o porquê, eu não sei, mas é assim que ele se refere ao alimento. Ele também se autoapelidou de Bi. Seu nome já é curto "Davi", mas ele se chama assim, e eu adorei! Acabamos chamando-o assim também, super carinhoso, escolhido por ele mesmo.
 
Além das palavras inventadas, criadas por eles, tem as tentativas de fazer a pronúncia correta. Saem tantas palavrinhas lindas e divertidas de ouvir. Uma graça! A gente ri, se emociona, se diverte, mas sempre é bom fazer a pronúncia correta da palavra para que seu bebê saiba que você o entendeu e também para que vá assimilando a forma correta de falar.
 
São tantas, mas tantas palavrinhas lindas que saem dessas boquinhas com sede de comunicação, que resolvi listar algumas da minha lista pessoal de mãe de dois, de uma guria e um guri, quando eles resolveram entrar nesse nosso mundo tagarela:
 
caçapete: capacete                                                      adê: cadê
aga: água                                                                     abô: acabou
tón: chão                                                                      puá: pular
tenzi: tênis                                                                   atô: achou
dislisga: desliga                                                           baqui: abacaxi
chichido: vestido                                                         cuco: suco
kiko: consigo                                                               meau: gato
brum: carrinho                                                             biá: passarinho/sabiá
cauo: carro                                                                   pato: sapato
tamim: para mim                                                         papo: sapo
pati: para ti                                                                  caco: macaco
boacha: bolacha                                                           pocó: cavalo
papá: comida                                                               auau: cachorro
mião: avião                                                                  dedê: mamadeira
tiai: celular                                                                   kiati: chocolate
paia: praia                                                                    nana: banana
dati: chave                                                                   paca/picoca: pipoca
boto: moto                                                                   boango: morango
paqui: parque                                                               peti: peixe
mina: menina                                                               miu: meu
mino: menino                                                              bibi: bico
açurica: açúcar                                                            bete: sorvete
padento: fazendo                                                         ua: lua
bicá: brincar                                                                libo: libo
 
Ao  começar essa fase da fala, geralmente as primeiras palavras são dissílabas, mais fáceis para os bebês se expressarem. Depois aumentam o número de sílabas e partem para as frases, que são incompletas. Apesar de soar engraçado e bonitinho (e é mesmo), cabe aos pais ajudar os pequenos nesse processo, repetindo as palavras de forma correta (como já citei acima). Por exemplo, se seu filho pediu "acá", corrija "Você quer água?", assim ele vai aprendendo a assimilar a palavra a sua figura, além de ouvir e aprender a pronúncia correta. É normal que a criança diga palavras incompletas até uns 4 anos de idade, por isso elas devem ter estímulos feitos sempre de forma carinhosa.
 
Como dica, sugiro que assim que seu pitoco ou pitoca comece a balbuciar, vá anotando as palavrinhas para não esquecer e ter mais essa linda recordação, afinal não dá para confiar cem por cento na nossa memória, e curta muito essas pequenas invenções da pronúncia infantil.

Beijos,



Tatiane Gallasa
 


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