quinta-feira, 29 de outubro de 2015

Saiba como usar a cadeirinha no carro

O uso da cadeirinha no carro para transportar crianças de até 7 anos e meio é obrigatório no Brasil. Os dados sobre acidentes envolvendo crianças antes da lei, que entrou em vigor no início de 2010, são alarmantes. De acordo com as estatísticas, o uso correto das cadeirinhas podem reduzir em até 71% o risco de lesões em acidentes de automóvel.
Existe no mercado vários modelos que variam de conforme a idade, a altura e o peso da criança. Para saber o tipo certo de cadeirinha para seu filho ou filha, em termos de segurança, o que mais interessa é o peso e a altura da criança.

Quais as regras para usar a cadeirinha do carro?

Para facilitar, a lei brasileira especifica uma idade para cada tipo de cadeirinha:
Imagem retirada do Google

Até 1 ano de idade e 9 kg - no bebê conforto, em posição contrária ao deslocamento do veículo (geralmente esta cadeira sustenta bebês de até 9 kg, alguns modelos até 13 kg).

Entre 1 e 4 anos, com peso entre 9 e 18 kg - cadeirinhas reversíveis ou auto, viradas para a frente do veículo.

Dos 4 aos 7 anos e meio, com peso entre 18 até 36 kg - devem usar o assento de elevação ou "booster" que posicionem corretamente o cinto de segurança. Essas cadeirinhas podem ter ou não encosto. O ideal é que a criança use esse equipamento até atingir 1,45m de altura (mesmo que já tenha atingido a idade máxima), independente do peso.

Dos 7 anos e meio aos 10 anos (com 1,45 de altura, no mínimo), as crianças devem sempre ser transportadas no banco traseiro e usar o cinto de segurança.

Para maior segurança,  o que vale mesmo é a altura e o peso da criança de acordo com o que cada fabricante especifica no manual de uso. Então siga as seguintes regras:
  • Quanto mais tempo a criança demorar para "avançar" de equipamento, melhor.
  • Guarde o manual da cadeirinha com cuidado ou anote o peso e a altura máximas que ele permite. E a cada troca de equipamento consulte o manual.
  •  
Que outros cuidados devemos ter?

Não basta só ter a cadeirinha, é preciso usá-la corretamente. A cadeirinha deve ser um procedimento automático, como o cinto de segurança é para os adultos. Acostume seu filho com ela, desde sempre, no banco de trás, evitando assim qualquer tipo de estranhamento. 
Tenha muita atenção na instalação do equipamento. A cadeira deve ficar justa ao banco e ao cinto, pois quanto mais "folga" tiver, maior será os riscos de lesões, em casos de acidentes.
Verifique sempre se a criança foi colocada corretamente, se o cinto está no lugar certo. Verifique também o manual do equipamento, suas instruções e especificações sobre o limite de idade e peso.
Em caso de acidente, é recomendado que a cadeirinha seja trocada, pois o impacto da batida pode danificar o equipamento, tornando-o menos eficiente.
Segundo o Inmetro, não é aconselhado adquirir uma cadeira ou bebê conforto usado, por se tratar de um dispositivo de segurança.


 Por
Tatiane Gallas a



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terça-feira, 27 de outubro de 2015

Inspirações de comidinhas para o Halloween!

Eu sei que o Halloween não faz parte de nossa cultura. Sei também, e concordo, que é muito mais bonito comemorarmos nossas origens e divulgarmos nosso folclore. Não pretendo fazer nenhum tipo de apologia a cultura americana e nem entrar nessa onda de que "não pode isso ou aquilo". Apenas, considero saudável estimular a criatividade, a contação de histórias e o imaginário infantil. 
O Halloween ou Dia das Bruxas, que é comemorado no dia 31 de outubro, é um prato cheio para trabalharmos o lúdico. Inspirações para decoração da casa ou fantasias para os pequenos não faltam na internet. Solte sua imaginação e abuse dela para brincar com seu filho(a) de forma diferente nesse dia. Que tal uma noite do pijama horripilante ou um piquenique assustador? 
Entre múmias, fantasminhas (camaradas!), bruxas e monstrinhos, você e seu filho(a) podem viver um momento mágico, divertido e cheio de fantasia! 
E para tornar esse dia mais gostoso, nada melhor que umas comidinhas bem diferentes e assustadoras! Algumas sugestões que dá para fazer em casa e tornar esse dia inesquecível:
  1. Mousse de limão com cara Frankenstein;
  2. Ovos com aranhas de azeitona;
  3. Pretzel em forma de pequenas abóboras;  
  4. Espetinhos de frutas e marshmallows com carinhas de abóboras, fantasminhas e frankenstein;
  5. Vassourinhas de queijo e pretzel;
  6.  Frutinhas dentro de cascas de laranjas/abóboras;
  7. Fantasminhas de massa de pastel (assados);
  8.  Cookies com aranha de chocolate ou brigadeiro;
  9. Torta de bolachas cemitério;
  10. Bolo abóbora com cobertura;
  11. Sanduíche múmia de queijo, molho de tomate e azeitona;
  12. Bananas fantasmas e bergamotas abóboras;
  13. Cachorro-quente com dedo de salsicha;
  14. Cupcakes decorados (bolachinhas ao meio para fazer as asas do morcego, casquinha sorvete para o chapéu da bruxa, marshmallow para o esqueleto, merengue para o fantasma...). 
 E para finalizar, duas sugestões de lembrancinhas: um mini caldeirão e uma luva de borracha que você encher com o que quiser, doces, brinquedinhos, massinhas modelar...Se colocar a massinha, ainda podem finalizar criando vários monstrinhos divertidos!
 








  




Todas as imagens foram retiradas do Pinterest.


Gostaram? Mãos em ação e boas travessuras!!



Tatiane Gallas a

Sobre o assédio infantil e a discussão envolvendo a menina do Masterchef Junior

Olá!
Hoje é terça-feira, dia de Masterchef Júnior. Eu já assisto o programa desde a primeira temporada, e estou adorando ver as crianças cozinhando. Fico admirada com tanta disposição, conhecimento e habilidades. É lindo ver os olhinhos delas brilhando ao explicarem suas receitas e montarem seus pratos. É notório também ver o cuidado dos jurados ao avaliarem os pratos dos pequenos e a preocupação em incentivar a continuidade de um sonho.

Mas não foram só as habilidades culinárias mirins que chamaram a atenção no programa. Estava vasculhando a internet essa semana quando  me deparei com uma notícia triste e repugnante. Há pessoas que ao assistirem o programa não viram nada disso, ou não quiseram ver porque estavam atentas à beleza de umas das meninas que participam do mesmo. Mas não atentaram para sua sua beleza infantil, foram muito além da admiração. Uma participante de 12 anos foi alvo de comentários pedófilos no twitter. Gente, uma menina de doze anos, com corpo e cabeça de menina, sendo alvo de assédio sexual. Vi alguns posts de pessoas nojentas, que sinceramente, não devem ter mais o que fazer para ficar espalhando esses comentários maldosos na web. Um horror!

Fico imaginando a cabeça dessa menina e da família dela após a estréia do programa. Os pais, numa entrevista à revista Crescer, dizem estar monitorando as redes sociais da filha, para que ela possa ter uma experiência saudável e divertida. Ainda afirmaram que a menina sabe do teor dos comentários, mas não foi exposta ao conteúdo, sendo preservada da violência.

Estou torcendo para que o programa não perca sua essência, mas precisamos falar sobre isso. Pedofilia é crime! Precisa ser denunciado. Precisamos falar com nossos filhos sobre isso, informá-los do que as pessoas não podem fazer, conversar com eles, orientá-los a falar, a pedir ajuda. Infelizmente, existe pessoas muito cruéis andando por aí, e nossos filhos e filhas precisam saber disso. 

Se você ainda não sabe como iniciar o assunto, compartilho dois vídeos bem interessantes de uma campanha do Grupo Marista: Defenda-se! Campanha de enfrentamento sexual cometida contra crianças. São nove pequenos vídeos informativos, com linguagem clara e direcionado às crianças. 







Fonte da entrevista com os pais da participante: Revista Crescer
Fonte vídeos: Youtube

quinta-feira, 22 de outubro de 2015

Bepantol® Mamy: seis dicas para prevenir estrias na gravidez

Olá gurias!
Se tem um assunto que nos causa calafrios durante a gravidez são as temidas estrias. Sabemos que a presença delas durante ou após a gestação depende muito da genética de cada mulher, mas sempre é possível ter alguns cuidados para evitar essas marcas.

Hoje compartilho com vocês dicas super úteis que recebi da Bepantol para ajudar na prevenção dessas marcas.

“Durante a gestação, a pele sofre um estiramento rápido, normal com o crescimento do bebê, o que pode provocar o rompimento das fibras de colágeno e, às vezes, o surgimento de estrias na região da barriga, dos seios, da coxa e do bumbum. Manter uma alimentação balanceada e hidratar diariamente a pele são algumas das recomendações”, ressalta a dra. Juliana Machado, gerente médica da área de Consumer Care da Bayer.

Mas, com alguns cuidados já no início da gravidez, é possível evitar o surgimento delas no corpo. Por isso, Bepantol® Mamy – creme hidratante desenvolvido especialmente para hidratar a pele e estimular a sua produção de colágeno e, com isso, ajudar a prevenir as estrias nesse momento tão mágico, - sugere seis dicas para as futuras mamães evitarem o problema e, assim, aproveitar ao máximo a gravidez:

1 – Alimente-se bem
Tenha uma alimentação balanceada e faça refeições frequentes, de três em três horas, incluindo no cardápio diário frutas, legumes e verduras.
Evite alimentos pesados, com muitos condimentos, gordurosos e fritos. O aumento de peso em excesso em pouco tempo estica a pele e pode contribuir para o aparecimento de estrias.

2 – Beba bastante água
Além de regular as funções digestivas do corpo, a água mantém a pele hidratada e ajuda a reforçar sua elasticidade. Por isso, beba no mínimo dois litros por dia, ou conforme orientação do seu médico.

3 – Faça exercícios físicos
Grávidas podem e devem fazer exercício de baixo impacto, isso porque movimentar o corpo com frequência deixa a pele mais firme e evita o estiramento que provoca as estrias; ioga e alongamento podem ser ótimas opções, sempre, claro, com o conhecimento do seu médico.

4 – Hidrate a pele
Para manter a pele bem hidratada e evitar o aparecimento de estrias, é recomendável o uso diário de algum hidratante específico para a gestação, como Bepantol® Mamy, produto com fórmula própria para hidratar e evitar o surgimento dessas marcas durante a gestação e após o nascimento do bebê.

5 – Use roupas confortáveis
Para a pele ficar bem ventilada, use roupas confortáveis, folgadas e, de preferência, com tecidos leves, como algodão.

6 – Escolha o sutiã certo
Para manter firme a pele dos seios, escolha bem o sutiã de acordo com o tamanho da mama. Opte por modelos que deem sustentação e não apertem.

Sobre Bepantol® Mamy
Bepantol® Mamy cuida da pele da mulher em um momento muito especial da vida dela: a gravidez. Trata-se de um hidratante desenvolvido especialmente para hidratar e ajudar a prevenir as indesejadas estrias durante e no pós-gestação, dando, às mamães, uma gestação plenae com menos preocupações com relação ao surgimento dessas marcas no corpo. O produto possui, em sua formulação, Centella asiatica, um extrato de origem natural que estimula a produção de colágeno, e o dexpantenol, que hidrata a pele do corpo.  Além disso, Bepantol® Mamy não possui corantes e conservantes, o que torna seu uso seguro para o bebê. O valor médio sugerido pela marca é de R$ 65,50.


Para mais informações, acesse:


Facebook.com/bepantolbaby
SAC: 0800 723 1010 | sac@bayer.com

quarta-feira, 21 de outubro de 2015

Só uns minutinhos para mim...


Ser mãe por 24 horas em temo integral não tem sido fácil. Eu sabia que não seria, mas tem dias que é de pirar a cabeça ou levar qualquer indivíduo ao infarto.

Até o Davi nascer sempre trabalhei fora de casa, sou professora e sempre exercitei esse cargo nos dois turnos. Também não era fácil, imaginem dar atendimento, atenção, ensinar uma turma com aproximadamente 30 alunos em cada turno, durante o dia inteiro e depois, ao chegar em casa ter todas as tarefas domésticas por fazer e uma filha aguardando atenção. É o que faz a maioria das mães que trabalham e mantém o seu emprego, que não abriram mão de sua profissão. E isso funciona como uma válvula de escape. É ótimo ter alguns dias para saborear um almoço tranquilo, poder conversar assuntos variados com outras pessoas, estar por dentro das "futilidades de mulherzinhas" (não é pejorativo não viu, falo das "futilidades" que tanto adoramos), quem sabe até fazer umas comprinhas no intervalo do almoço ou dar uma escapadinha até a manicure. Coisas simples que são muito difíceis de fazer quando somos mães o tempo todo (ahhhh que frase horrível...até parece que não somos mães durante o tempo em que estamos no trabalho, mas tenho certeza que vocês entenderam, rsrs) e estamos sempre disponíveis para as crianças e com elas ao lado.

Ficar sem meu trabalho nunca foi minha opção. Amo o que faço. Mas por circunstâncias do destino, no caso a transferência do marido para outro estado, foi preciso decidir pelo meu afastamento. Estou em licença na prefeitura, porque temos sim muita vontade de voltar para a terrinha. Sinto falta das loucuras da sala de aula, das histórias dos alunos, do ambiente escolar, do bate-papo com as colegas, mas (sempre tem um mas, já repararam?) minha família está sempre em primeiro lugar.

Desde a chegada do Davi na nossa família foram muitas idas e vindas, muitas viagens do RS para GO, licenças do trabalho, a volta para a escola e a licença novamente. E cá estou, há quase onze meses sendo "SÓ" mãe e dona de casa, uma gaúcha perdida em Goiás...

Eu amo, amo, amo incondicionalmente meus filhos e não os trocaria por nada nesse mundo, mas (olha o mas aí de novo!) tem dias que é punk. O de sempre... lavar, cozinhar, lavar de novo, passar, guardar, buscar na escola, fazer lanche, guardar objetos novamente, limpar, organizar, já falei lavar (?), brincar, apartar briguinhas, dar atenção, passear, ficar sempre de olho nas crianças, ajudar nas tarefas, ensinar, organizar tudo de novo, educar, tem certeza que já falei lavar (?), cuidar, amar e dar muitaaaaas respostas durante o dia inteiro. Ir ao banheiro sossegada e sozinha por 5 minutos, dormir uma noite inteira (oiiii, existe isso?), pintar as unhas, ler um livro ou assistir algo na televisão (que novela mesmo está passando agora?) é um luxo para uma mãe. Tem dias que realmente é uma loucura, somados aos que não estamos, digamos, nos nossos melhore dias, então...tudo fica duplamente mais complicado e insuportável até. E tudo o que eu queria era uns minutos para mim... minutos de sossego, isolamento, calmaria, sem ouvir um "Manhê me ajuda aqui", ou "mamãe vem brincar", ou "manhê o que significa (...)", ou ainda "mamãe, quero fazer xixi", ou "mãe tô com fome" ou quem sabe "mamãe, mamãe...abre a porta"... a tal da porta do banheiro!

É pecado querer fugir às vezes? Mesmo sabendo que na metade do caminho já voltaria correndo para casa? É tortura demais amar tudo isso? É insanidade querer essa vida tumultuada, mas (mas ele sempre aparece) cheia de amor? É compreensível tanto desespero? É imaturidade sentir-se culpada, atrapalhada e irritada? É loucura saber de tudo isso e mesmo assim optar por continuar vivendo do mesmo jeito, com todas as culpas e questionamentos da maternidade? É egoísmo querer uns minutos para mim?

Ser mãe é mesmo padecer no paraíso. Ser mãe pode ser o melhor e o pior trabalho do mundo. Ser mãe é nunca estar sozinha. Ser mãe é extrair forças que nem sabíamos que tínhamos. Ser mãe é compartilhar amor. Ser mãe é querer uns minutinhos... de paz...para logo querer voltar à realidade insana, torturante,  irritante, mas maravilhosa, divertida e cheia de amor com as cria!


 Beijos,
Tatiane Gallas a


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segunda-feira, 19 de outubro de 2015

Desfralde: como está sendo aqui em casa!

Oi gurias!

Hoje vou contar para vocês como está o desfralde do Davi. Estamos há cinco dias em processo para deixar (de vez!) as fraldas, e olha que tudo está funcionando até muito bem por aqui!
Davi está com 2 anos e 5 meses,  e logo que ele fez 2 aninhos estou observando os sinais de um possível começo com o desfralde. A criança precisa estar preparada para isso, não adianta ficar insistindo se ainda não é o momento do seu filho. Mas como saber qual é o momento certo? Fique atenta aos sinais dele, os mais comuns são:
  •  Passar algumas horas sem fazer xixi;
  • Indicar desconforto com o uso da fralda, como querer tirar e até conseguir;
  • Não fazer mais xixi à noite, ou seja, amanhecer com a fralda sequinha (esse vale principalmente para o desfralde noturno);
  • Geralmente fazer cocô, razoavelmente sólido, no mesmo horário;
  • Entender o uso do banheiro;
  •  Conseguir se comunicar e falar xixi e cocô;
  • Conseguir ficar sentado de 2 a 5 minutos na mesma posição;
  • Não demonstrar resistência para usar o penico ou a privada.
  • E não esqueçam da idade deles. Em todos os artigos que li, a recomendação é que o desfralde ocorra depois dos 2 anos de idade, 2 anos e meio, pois é a partir dessa idade que elas passam a ter mais controle esfincteriano (capacidade física para segurar as suas necessidades). Claro que cada criança tem seu tempo, umas começam mais cedo, outras demoram um pouco mais e esse tempo precisa ser respeitado para que haja o sucesso do desfraldamento.
 Outro ponto importante é a rotina. Inicie o desfralde quando a criança estiver num momento tranquilo, sem grandes mudanças à vista. Também é importante que a mãe esteja tranquila para não demonstrar ansiedade. Comece levando o(a) pequeno(a) junto ao banheiro, mostre e explique seu uso. Converse bastante. Aos poucos, a criança vai interiorizando essas informações, algo como "olha como você cresceu, já está ficando pronto para não usar mais fraldas", "vamos fazer xixi hoje em outro lugar, como a mamãe e o papai fazem?".
Conversei muito com o Davi antes de começar, e como é menino, falava muito no papai que usava cuecas e levei-o junto para comprar cuequinhas novas para ele. Compre modelos diferentes, de cores diferentes, vale até personagens estampados, peça ajuda dele para escolher. O mesmo vale para as meninas, que cá entre nós, tem várias opções de modelos fofos!

Uma vez entendido o processo, é só começar! Eu estava esperando lavar cuecas várias vezes ao dia, limpar várias "poças" de xixi pela casa, me sentir frustrada até conseguir, prevendo algumas brigas... mas ele tem me surpreendido! Nos dois primeiros dias isso ocorreu sim, o dia todo (era eu como um pano na mão pra lá e pra cá!). Depois não "escapou" mais, e ele pede para fazer. Mas claro que fico atenta e se passa um tempo sem ele se manifestar, eu pergunto se ele quer fazer e tem funcionado muito bem assim!
 Mas tem funcionado bem  para o xixi, já o cocô...Não sei exatamente o porquê, mas o cocô é mesmo mais difícil. Lembro que com a Manu também demorou mais para ela entender, pedir e usar o penico para fazer cocô. Mesmo sabendo quando ele vai fazer, porque ele dá seus sinas próprios, se recusa a ir ao banheiro e acaba fazendo na cueca mesmo. Meu pequeno não consegue ficar sentado esperando...não saiu, ele quer sair da privada, rsrs. Aqui vale a paciência, um dia de cada vez! A gente chega lá!

Dessa vez, eu preferi usar um redutor para o assento da privada, daqueles mais estofadinhos, em vez do penico. Mas como não encontrei desses por aqui, acabei comprando na internet e ainda estou esperando chegar. Isso talvez tenha contribuído para ele se recusar a usar a privada. É importante que a criança esteja sentada confortavelmente e com apoio para os pés (eu uso uma cadeirinha para isso). Mas para quem quer gastar um pouco mais, tem várias opções de assentos que  já vem com uma escadinha de apoio junto, que custam a partir de R$ 199,00.

Como aqui está fazendo muito calor, também usei isso ao nosso benefício. Deixo o Davi só de cuequinha em casa, bem à vontade mesmo, assim se escapar o xixi, ele não ficará todo molhado. Vale até deixá-los peladinhos também! Quanto menos roupa melhor, facilita né gente!

Bom, aqui em casa tem sido tranquilo mesmo. Meu pequeno Davi tem se mostrado um grande colaborador até agora! Ressalto que até o momento só fizemos passeios curtos, como compras no mercado e ida na pracinha, ainda não fiquei o dia todo fora com ele sem as fraldas (portanto, em casa é bem mais fácil de controlar). E vale lembrar que iniciei somente o desfralde diurno e como estou em casa com ele, deixo o dia inteiro sem fraldas mesmo. Só coloco depois do banho, porque à noite ele ainda usa. Depois, quando chegar a hora do desfralde noturno, eu conto para vocês como foi!


Beijos,

Tatiane Gallas a