quarta-feira, 17 de fevereiro de 2016

O que é ser mãe e quando nasce uma?

A maternidade sempre gera muito polêmica, principalmente nas redes sociais. Muitas mães não se entendem e acabam reclamando, boicotando, palpitando na vida da outra de forma agressiva até, como se cada uma estivesse numa competição interminável. Ser mãe não é uma tarefa fácil e pode ser muito complicada aos olhos de alguns. Já li diversos manifestamentos na internet, aplaudindo ou crucificando a vida materna. Já li desabafos de mãe sobre seu cansaço, sua vida medíocre(!), e até seu desgosto em relação a maternidade. Já li depoimentos lindos de satisfação total, de prazer e de  plena felicidade em ser mãe!
Mas o último que li que me fez pensar muito. Uma mãe dizia que não via nada de lindo em ser mãe, pelo contrário que detestava ser! Mas que isso não tirava o amor que sentia pelo filho. Sinceramente, não consigo separar o "detesto ser mãe", do "mas amo meu filho". A maternidade não é feita só de momentos bons, junto com ela vem muita preocupação, muitas noites mal dormidas, dores no corpo, rachaduras no seio, bebês frágeis chorando, febre inesperada, cicatrizes no corpo, angústias e muito medo! Mas junto ela traz um amor incondicional, uma força que a gente nem sabe que tem, uma admiração sem igual, e sobretudo, a capacidade de doação.
Há muita discussão sobre "como é ser mãe". Mães que se cobram demais, mães perdidas, mães leoas, mães dedicadas, mães felizes e mães frustradas. Mãe é um poço de sentimentos misturados. E em cada mãe existe também uma mulher, ou várias delas. Somos mães, mulheres, esposas, profissionais, filhas, amigas... às vezes fica mesmo difícil encontrar todas harmoniosamente dentro de nós. Depois de ser mãe, nossa vida muda. Nossa prioridade muda de foco, isso é fato! A maternidade é sem dúvida um grande aprendizado, a gente erra e acerta, às vezes anda em círculos, ela é intensa!
Pensando em todas essas questões, no que somos e o que enfrentamos quando nos tornamos mães, trouxe esse texto lindo da Cris Guerra, publicado na Veja. Tenho certeza que você vai se identificar, boa leitura!
"Dizem: quando nasce um bebê, nasce uma mãe também. E um polvo. Um restaurante delivery. Uma máquina de chocolate prontinho. Uma mecânica de carrinhos de controle remoto. Uma médica de bonecas. Uma professora-terapeuta-cozinheira de carreira medíocre. Nasce uma fábrica de cafuné, um chafariz de soro fisiológico, um robô que desperta ao som de choro. E principalmente: nasce a fada do beijo.
Quando nasce um bebê, nasce também o medo da morte - mães não se conformam em deixar o mundo sem encaminhar devidamente um filho.
Não pense você que ao se tornar mãe uma mulher abandona todas as mulheres que já foi um dia. Bobagem. Ganha mais mulheres em si mesma. Com seus desejos aumentam sua audácia, sua garra, seus poderes. Se já era impossível, cuidado: ela vira muitas. Também não me venha imaginar mães como seres delicados e frágeis. Mães são fogo, ninguém segura. Se antes eram incapazes de matar um mosquito, adquirem uma fúria inédita. Montam guarda ao lado de suas crias, capazes de matar tudo o que zumbir perto delas: pernilongos, lagartas, leões, gente.
Mães não têm tempo para o ensaio: estreiam a peça no susto. Aprendem a pilotar o avião em pleno voo. E dão o exemplo, mesmo que nunca tenham sido exemplo. Cobrem seus filhos com o cobertor que lhes falta. E, não raro, depois de fazerem o impossível, acreditam que poderiam ter feito melhor. Nunca estarão prontas para a tarefa gigantesca que é criar um filho - alguém está?
Mente quem diz que mãe sente menos dor - pelo contrário! Ela apenas aprende a deixar sua dor para outra hora. Atira o seu choro no chão para ir acalentar o do filho. Nas horas vagas, dorme. Abastece a casa. Trabalha. Encontra os amigos. Lê - ou adormece com um livro no rosto. E, quando tem tempo pra chorar - cadê? -, passou. A mãe então aproveita que a casa está calma e vai recolher os brinquedos da sala. "Como esse menino cresceu", ela pensa, a caminho do quarto do filho. Termina o dia exausta, sentada no chão da sala, acompanhada de um sorriso besta.
Já os filhos, ah… Filhos fazem a mãe voltar os olhos para coisas que não importavam antes. O índice de umidade do ar. Os ingredientes do suco de caixinha. O nível de sódio do macarrão sem glúten. Onde fica a Guiné-Bissau. Os rumos da agricultura orgânica. As alternativas contra o aquecimento global. Política. E até sua própria saúde. Mães são mulheres ressuscitadas. Filhos as rejuvenescem, tornando a vida delas mais perigosa - e mais urgente.
Quando nasce um bebê, nasce uma empreiteira. Capaz de cavar a estrada quando não há caminho, só para poder indicar: "É por ali, filho, naquela direção"
Beijo,
Tatiane Gallas 

terça-feira, 16 de fevereiro de 2016

Barriga de grávida não é pública!

Assim que a barriga desponta, quando estamos grávidas, parece que o mundo todo quer ir logo passar a mão...e isso sempre me deu uma certa aflição, afinal minha barriga não era pública!
                                                                                                                                                                                           Foto/Imagem Google
Tudo bem que uma grávida desperta mil sensações, que as pessoas acham bonito, que é um estado de graça, mas peraí né gente, nem todas as mulheres gostam que fiquem "pegando" na barriga. 

Lógico que o ato é carinhoso e que quem o faz tem boas intenções. Nunca duvidei disso. Apenas acho que é tão mecânico, tão involuntário que quando percebemos "pahhhh" aquela mão estranha já está lá encostada no barrigão. 
Será que isso tem algum significado místico? Já ouvi falar de pessoas que "pegam" nas barrigas das gravidinhas para "dar sorte" à elas... nesse caso, tem também aquelas que correm da barrigudinhas, hahaha.

Existem mulheres grávidas descomplicadas e exibicionistas (no bom sentido), aquelas que deixam suas barrigas a mostra e não ligam se alguém toca, tem as que gostam e que até levam elas mesmas as mãos das pessoas para tocar o barrigão. Tem mulheres grávidas discretas, que preferem um vestido ou camisetão e que não curtem essa "pegação" na barriga. Eu sempre fiz parte do segundo time. Nas minhas duas gestações foi assim, não gostava que ficassem passando a mão na minha barriga e nem sei ao certo explicar o motivo, apenas não gosto que invadam minha privacidade. Poucas pessoas tinham permissão para isso, o marido claro, e algumas pessoas bem próximas a mim, como familiares e poucas amigas. Imaginem então quando são pessoas estranhas, que não conhecia? Gente, a agonia era ainda maior...a pessoa chega chegando, assim rapidinho mesmo,  e o máximo que consegui fazer foi "aquela cara de paisagem"... exagero? Acreditem, para muitas grávidas não é!

Se você encontrar uma grávida e não sabe de qual time ela é, espere. Não custa nada. Segura a ansiedade de ir logo tocando e pergunte antes "Posso tocar?" Caso ouça um "não leve a mal, mas não gostaria" não fique triste ou decepcionada, isso é comum! Ela não é obrigada a deixar. A barriga é dela! Evite constrangimentos, pedir licença é o melhor a ser feito.

Ah, ninguém precisa concordar comigo, acho ótimo quem não vê nenhum problema nisso porque evita qualquer tipo de desconforto. Mas para tudo na vida, o bom senso deve sempre prevalecer!

Beijo

Tatiane Gallas 

quinta-feira, 11 de fevereiro de 2016

A Adaptação na escola: quando a mãe também chora!

Quando uma criança inicia seu processo de adaptação na escola, automaticamente uma mãe inicia também!

Muitas vezes já não é fácil fazer a escolha de matricular o(a) filho(a) na escola, pois surgem todos aqueles fantasmas sobre o cuidado com a criança que nós mães tanto temos. Mas opção feita, surgem também os fantasmas da adaptação do(a) pequeno(a). Será que ele(a) vai chorar? Será que ficará bem? Será que sentirá minha falta? Será que vai comer direitinho? Será que vai gostar dos amigos? 
São tantos "serás" que nos perdemos em pensamentos e sofremos antecipadamente.

Sou a favor da escola. Um ambiente adequado com recursos disponíveis a cada faixa etária é muito saudável para o desenvolvimento da criança. Conviver com outras crianças é fundamental para a socialização e o aprendizado de conviver, participar, ouvir e respeitar ou outro.

Mesmo assim, o início da adaptação é como uma loteria, nunca se sabe o resultado. Jogamos para ganhar, mas nem sempre acontece. Tive duas experiências completamente distintas com a Manu e o Davi. Cada um reagiu de uma forma e eu tive que enfrentar a situação, me adaptando também. Mas como uma mãe de adapta, gente? Como uma mãe reage? O que faz uma mãe, que se espera dela mediante cada situação?

Bom, vocês já sabem que além de mãe sou pedagoga, e já trabalhei com o primeiro ano do ensino fundamental. Por isso, já presenciei várias situações como profissional, já tranquilizei e orientei mães, mas quando chega a nossa hora... gente, não tem teoria que se aplique a nossa prática. É muito mais emoção do que razão, podem ter certeza! Vou contar para vocês como foi por aqui.

A Manu entrou para a escolinha com 1 ano e 8 meses e NÃO precisou de adaptação. No primeiro dia já deu tchau e acompanhou a professora até a sala. Como assim? A pergunta que não quer calar: Ela não sentiu minha falta? Brincou e se divertiu muito e isso ocorreu nos outros dias também. Fiquei uns dois dias esperando na escola mesmo caso precisasse e nada! Como estava trabalhando pedi para minha irmã ficar lá no outro dia e ela acabou sendo dispensada. Minha pequena demonstrou estar preparada e com maturidade para enfrentar esse nova etapa. Eu me senti orgulhosa pelos novos amiguinhos que já estava fazendo e também pela atitude dela, mas confesso que com o coração apertado por dividir meu espaço com mais alguém e me sentir um tanto de ladinho...coisas de mãe né!

O Davi teve duas adaptações. Entrou na escola, na primeira vez, com 1 ano e precisou de MUITA adaptação! Chorou e chorou por incansáveis 30 dias. Oi, como? E a pergunta que não quer calar: Como eu aguentei isso? Sinceramente não sei. Saía completamente destruída da escola para trabalhar. Nos primeiros dias tive que interferir e acalmá-lo, por pedido das próprias professoras. O tempo foi passando e ele foi chorando menos, mas o meu coração continuava apertado, partido. Quantas vezes cheguei no carro e sequei as lágrimas dizendo para mim mesma que isso ia passar logo. Até o dia em que finalmente deixei-o na escola e ele me deu tchau sorrindo. Que sensação maravilhosa! Meu pequeno estava evoluindo e aceitando permanecer ali. Mas, será que eu já não era assim tão importante para ele?
Na sua segunda adaptação, ele estava com 2 anos e 8 meses (que aconteceu agora esse ano). E novamente não foi fácil. Chorou e chorou e chorou tudo de novo! Meu coração se partiu novamente e minha cabeça girava...não queria vê-lo sofrer, nem chorar. Como é difícil esse momento. Permaneci na escola nos primeiros dias, mas dessa vez não me chamaram. Pedia para a Manu ir espiá-lo escondida, sim eu fiz isso, acreditem! Não é fácil deixar o filho gritando na porta da sala, é de cortar o coração e esquentar qualquer cabeça. Claro que houve muita conversa com ele, aliás, sempre conversei antes para ir preparando ele para quando chegasse o dia. Ele ouvia e dizia que queria ir na escola, que ia desenhar, pintar, brincar com massinha e no parquinho; e ele já conhecia esse espaço da escola. Não foi de uma hora para outra, ele sempre vai junto buscar a Manu, mesmo assim a reação foi a pior possível. Outra vez me senti em pedaços. Quanta dependência tem meu pequeno, quanto receio de me ver partir...é preciso ser firme, passar tranquilidade (não sei de onde) e ser forte para encarar essa situação porque ela vai passar. A semana parecia interminável e ele sempre ficava chorando, mas quando chegava para buscá-lo estava calmo e na maioria das vezes, brincando feliz no parquinho com sua turminha. Ainda na primeira semana de aula, na sexta-feira, ele entrou direto na sala sem nem mesmo me dar um beijinho de despedida...me surpreendendo! Fiquei ali parada por alguns segundos vendo meu pequeno se ajeitar no seu lugar...lindo de ver! Orgulho do meu pitoco! O processo de adaptação que parecia ser interminável durou uma semana! Mas... como assim, já não sente minha falta? Tão rápido, gente? Percebi que ele está crescendo e amadurecendo, vendo o mundo com nova perspectiva, a perspectiva de um menino alegre, curioso e inteligente!

O que parecia que duraria uma eternidade, sim aos meus olhos seria uma eternidade, durou apenas uma semana ou cinco dias ou para ser mais exata 12 horas e 30 minutos (o horário nesses dias foi reduzido). Então eis aquele velho mantra nosso de todos os dias "vai passar, tudo passa". Acreditem, é verdade! Assim que as crianças sentem-se seguras, confortáveis, se divertem e o mais importante confiantes, porque sabem que os pais voltarão para buscá-las, a situação acalma e a adaptação acontece.

Claro que a adaptação escolar não deve ser um processo doloroso, mas nem sempre é tranquila. As crianças podem demonstrar medo, inquietação e desgosto. É natural, afinal é uma nova descoberta para elas. Nosso papel é incentivar, manter a calma, conversar e desmistificar o receio delas. Mas sempre ouvindo o que elas tem a dizer. Pode ser um processo rápido ou mais demorado, isso vai depender muito de cada criança e da mãe também. E. acreditem muitas vezes é mais difícil para nós do que para eles, a gente sofre mesmo! E a adaptação da mãe, quem faz? E o coração de mãe, como se acalma? Mãe chora se o(a) filho(a) ficou bem, tranquilo e feliz e pensa "poxa, ele(a) nem sentiu minha falta"; mãe chora se o(a) filho(a) fiou chorando e chamando por ela e pensa "poxa, assim ele(a) não vai aproveitar" ... não tem jeito. Mãe sempre ou quase sempre chora. Mãe é mãe e ponto.

Bju,


Tatiane Gallas

sexta-feira, 5 de fevereiro de 2016

Os 5 "vilões" que devem ser evitados na lancheira escolar

Já comentei com vocês sobre o Pão Amigo, o pãozinho de leite macio com cálcio que além de muito gostoso é
um alimento solidário, pois tem parte das vendas revertidas para a AACD. Nessa volta às aulas, o Pão Amigo é
uma ótima opção de lanche para as crianças e dá para fazer muitas combinações gostosas com ele.
Nós experimentamos e aprovamos!

 salgados.jpg

Recebi essas dicas da Emulzint e resolvi compartilhar com vocês. Evitar alimentos "vazios" e desprovidos de 
nutrientes sempre é a melhor opção. 

Escolher alimentos nutritivos costuma ser o objetivo da maior parte das mães, pais e responsáveis ao preparar a
lancheira para os filhos levarem à escola. Afinal, é preciso incentivar a garotada a se alimentar bem e de forma 
balanceada. Além disso, as crianças gastam bastante energia na escola, por isso é fundamental que a alimentação
na hora do intervalo seja adequada – nutritiva, energética e saborosa. 
“É importante que as crianças se alimentem bem entre as refeições, caso contrário podem apresentar fraqueza ou
cansaço. Recomenda-se incluir nos lanches todos os grupos alimentares e evitar alimentos ricos em gordura
trans ou com baixo valor nutricional”, explica a nutricionista Melina Aniquini.

“O Pão Amigo é uma boa opção por ser um pãozinho de leite leve e macio, fonte de cálcio, mineral essencial
à formação dos ossos e dentes na infância. Ele também tem baixo teor de gorduras totais e é zero gorduras 
trans. É interessante montar lanchinhos com ingredientes saudáveis, como o peito de peru, a ricota e o frango
desfiado, que podem ser acompanhados de alface, rúcula, tomate, cenoura, entre outros vegetais. 
O lanche também deve ser acompanhado de uma fruta fresca e higienizada”, acrescenta a especialista. 

Confira os 5 “vilões” que você deve evitar na lancheira dos seus filhos:

Salgados fritos – Esse tipo de alimento não é recomendado para a lancheira, pois além de ter alto teor calórico
e gorduroso, deteriora-se facilmente. Ou seja, seu filho ingerirá uma grande quantidade de gordura, sem 
quantidade significativa de nutrientes e vitaminas, e como é um alimento que será consumido dali a algumas
horas, há risco de não estar em condições adequadas de conservação e palatabilidade quando seu filho for comê-lo.
Evite!

Sucos de caixinha – Ao contrário do que alguns mães e pais acreditam, os sucos de caixinha não são uma
escolha saudável, pois geralmente contêm grande quantidade de conservantes e açúcar. Em média, cada 200 ml 
de suco artificial equivale a 2 colheres cheias de açúcar! Por isso, o melhor é optar pelos sucos naturais, como os
de laranja ou limão.


Lanches com embutidos – Também devem ser evitados sanduíches com recheios como salsicha, salame e 

presunto nos lanches da escola, por conterem alto teor de gordura e sódio. O ideal é optar por ingredientes menos
gordurosos e com menor valor calórico, como peito de peru, omelete e queijo branco. Você pode rechear o Pão 
Amigo com esses ingredientes, além de folhas como alface, rúcula ou agrião.


Salgadinhos de saquinho – São produtos geralmente ricos em gorduras saturadas, sódio, açúcar, corantes e

conservantes químicos, e pobres em vitaminas e minerais, com nenhum valor nutritivo e muitas calorias “vazias”.
Além disso, podem causar problemas de saúde no futuro, como obesidade, colesterol alto, hipertensão. Você não
vai querer incluir esse “vilão” na lancheira do seu filho, certo?
Bolinhos doces industrializados com recheios artificiais - Também devem ficar de fora da lancheira, pois 
contêm alto índice de gorduras e ingredientes artificiais. Ou seja, são pouco saudáveis e nada nutritivos. Além 
disso, comer doce na hora do recreio geralmente não mata tanto a fome como ingerir um alimento salgado. Por
isso, não há vantagem alguma de inclui-los nos lanchinhos.



Sobre a Emulzint– Fundada no Brasil em 1977, a Emulzint pertence ao grupo holandês Zeelandia International

Holding B.V., que está presente em mais de 60 países. Conhecida no mercado pela inovação, postura ética e ações
com foco no cliente, possui mais de 100 produtos nas linhas de Panificação, Confeitaria e Indústria. Sua missão é 
oferecer soluções em produtos e serviços ao mercado com qualidade, de forma inovadora e buscando a excelência.
Com sede em Jundiaí (SP), um dos maiores centros industriais do país, o parque industrial da empresa tem 
20 mil m² e abriga as áreas de produção, administração, suporte ao cliente, marketing e vendas. A empresa
mantém distribuição para todo o território nacional.

Bju

Tatiane Gallas

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